sábado, 21 de setembro de 2019

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Alagoas fecha 2017 com uma das maiores taxas de desocupação do país, aponta IBGE

Por Redação com G1 AL

Alagoas fechou o ano de 2017 com uma das maiores taxas de desocupação do país, segundo segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a Pnad, no quatro trimestre do ano passado, Alagoas registrou uma taxa de 15,5% de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais, que são aquelas que estão aptas a trabalhar, mas não estão empregadas, ficando atrás apenas do Amapá (18,8%) e de Pernambuco (16,8%).

Mesmo elevada, a taxa é menor que a que vinha sendo registrada nos trimestres anteriores em Alagoas. No primeiro trimestre do ano passado, ficou 17,5%. No segundo, taxa se manteve a mesma, e no terceiro, 15,8%.

Contudo, quando comparado com 2016, o ano de 2017 foi pior. Alagoas registrou no primeiro trimestre 12,8% de desocupação; no segundo, 13,9%; e nos terceiro e quarto trimestres; 14,8%.

A taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação também é alta. No primeiro trimestre a taxa foi de 23,3%, no segundo 23,1%, no terceiro 21,9% e no quarto 22,9%.

Alagoas aparece no topo do ranking em relação à taxa de desocupação e força de trabalho potencial, entre pessoas de 14 anos ou mais de idade, com taxa de 31%, seguido de Maranhão (27,4%), Piauí (27,2%), Amapá (26,6%), Rio Grande do Norte (26,1%) e Bahia (26,1%) .

Segundo a Pnad, a força de trabalho potencial é definida como o conjunto de pessoas de 14 anos ou mais de idade que não estavam ocupadas nem desocupadas, mas que possuem um potencial de se transformarem em força de trabalho.

A pesquisa também aponta a taxa composta da subutilização da força de trabalho (subocupação mais desocupação), que são as pessoas que estão ocupadas, mas não trabalham a jornada habitual. O índice chegou a 36,5% no último trimestre do ano.

Entre as regiões do país, a Nordeste registrou a maior taxa, 34,6% no 4º trimestre, enquanto a menor partiu do Sul do país, 14,6%.

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