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As histórias de verão no Rio de Cabeludo, ex-jogador que virou fenômeno nas redes com comentários irreverentes no vôlei de praia

Ex-atleta do Flamengo e preparador físico, ele se tornou figura carismática em Copacabana com seu humor nas quadras

Agência O Globo - 16/01/2026
As histórias de verão no Rio de Cabeludo, ex-jogador que virou fenômeno nas redes com comentários irreverentes no vôlei de praia
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

Com sacadas divertidas e comentários irreverentes durante partidas de vôlei de praia em Copacabana, Jayr Mazzoni — o popular Cabeludo Raiz — conquistou a atenção de milhões de internautas. Ex-jogador do Flamengo, ele é o entrevistado do especial “Mil e uma histórias de verão”, nas redes sociais do GLOBO.

Humor carioca nas quadras

Na internet, seus comentários durante os jogos — recheados de críticas bem-humoradas e xingamentos espirituosos — exemplificam o jeito informal e fraterno do carioca de se relacionar. O sucesso das suas tiradas já rendeu até mensagens de jogadores famosos, que se identificam com o estilo direto do Cabeludo.

— Eles me dizem: “Eu queria poder dizer isso aos caras que jogam comigo”. Desabafam... É engraçado (risos) — conta o cabeludo de 67 anos. — Aqui jogamos vôlei na categoria sub-óbito. Para entrar, tem que ter vertigem, labirintite...

Uma vida entre clubes e causos

Cabeludo Raiz construiu carreira como preparador físico, após atuar pelo Flamengo e por times da África e da Ásia. Há mais de quatro décadas circulando pelas areias e ruas de Copacabana, ele coleciona histórias curiosas, como a de um empresário de futebol e um estrangeiro que o procuraram para avaliar, de forma inusitada, os serviços de garotas de programa do bairro:

— Aqui todo mundo convive: no prédio tem padre, bispo, prostituta, traficante, policial, professor. Em Copacabana, acontece de tudo... E chega muita gente de fora.

Leveza e rotina na terceira idade

Nos verões recentes, Cabeludo valoriza a simplicidade dos encontros e do cotidiano na praia, celebrando a leveza de viver bem a terceira idade.

— O objetivo de montar a rede e vir para cá não é nem tanto o jogo. A gente vem às vezes para poder fazer a besteira depois: tomar cerveja, comer pastel ou ver passar aquela mulher que nunca vai ser nossa — brinca.