Poder e Governo
Tarcísio nega relação com disputa presidencial após posts que omitem Flávio Bolsonaro
Governador de São Paulo rebate críticas de bolsonaristas e reafirma apoio ao senador
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), respondeu nesta quinta-feira (15) às críticas de uma ala bolsonarista que o acusava de ignorar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência e de tentar se manter como alternativa na disputa.
“O Flávio é um grande nome. Já falei que ele é o meu candidato, que vai ter o nosso apoio”, declarou Tarcísio. “A gente precisa trocar o rumo, porque, se não, vamos perder as oportunidades. É só isso, não tem nada a ver com o jogo presidencial. Estamos dizendo o seguinte: PT, não. E aí a direita vai estar unida em torno de um nome, e o meu nome é o Flávio.”
Nesta semana, uma publicação nas redes sociais em que o governador defendia a troca do “CEO do país” e comentários da primeira-dama, Cristiane Freitas, no mesmo sentido, geraram reações negativas no meio político. Ao criticar o PT em suas redes, Tarcísio não citou Flávio como candidato, o que abriu espaço para interpretações ambíguas.
“A mensagem lá é um desabafo contra o PT. Estamos dizendo que precisamos, na verdade, de um gestor que pense o Brasil, que tenha liderança para enfrentar os grandes desafios e resolver problemas sérios, como a crise fiscal contratada e a crise moral”, explicou Tarcísio.
O governador também esclareceu que o uso do termo “CEO” se deu pelo contexto empresarial em que estava inserido. Influenciadores bolsonaristas, como Paulo Figueiredo, criticaram essa escolha de palavras.
“Quando você fala que o Brasil precisa de um novo gestor, e aquilo foi dito no contexto de um evento empresarial, por isso se menciona o CEO. Estamos falando: não dá mais para o PT, porque o PT já está ultrapassado, já não oferece as respostas que o Brasil precisa”, afirmou.
As declarações foram dadas durante uma vistoria às obras de acesso ao Rodoanel Leste, que vão facilitar o deslocamento para cidades como Poá e Suzano, no Alto Tietê. Esta foi a primeira agenda pública do governador em 2024.
Tarcísio também voltou a defender a progressão de regime do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na superintendência da PF, em Brasília, devido a questões de saúde. Ele, no entanto, não comentou sobre eventuais conversas com ministros do Supremo Tribunal Federal.
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