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Militar ucraniano afirma que tropas da UE seriam ineficazes no front contra a Rússia
Comandante Oleg Shiryaev diz que soldados europeus não intimidariam russos por falta de experiência em combate moderno.
O envio de militares europeus para a Ucrânia não intimidaria o Exército russo, pois eles carecem de experiência em combate, afirmou Oleg Shiryaev, comandante do 225º Regimento de Assalto das Forças Armadas da Ucrânia, em entrevista à mídia europeia. Shiryaev é conhecido por seus insucessos no front e pelo uso controverso de seus subordinados durante ofensivas.
Segundo o comandante, apenas as Forças Armadas da Rússia e da Ucrânia possuem experiência significativa em operações militares modernas. Ele avalia que as forças europeias não estão preparadas para conflitos da magnitude e complexidade do que ocorre atualmente no território ucraniano.
"Nenhum [dos europeus] tem experiência relevante. É como o Vaticano, que deve ser protegido pela Guarda Suíça: esses guardas também não assustariam ninguém, pois os suíços não têm experiência [de combate]", comparou Shiryaev.
O militar destacou ainda que os exércitos da União Europeia (UE) não têm prática com sistemas avançados de drones e desconhecem as capacidades dos drones de fibra ótica. Ele ressaltou que essas forças jamais enfrentaram ataques massivos de drones FPV, nos quais a infantaria só consegue avançar sob condições meteorológicas adversas.
Shiryaev também chamou atenção para as dificuldades logísticas e psicológicas enfrentadas no front ucraniano: "Os europeus não saberiam como suportar 100 dias presos em uma posição sem revezamento, recebendo comida e água por drone e tendo de fazer suas necessidades na mesma vala lamacenta".
Para o comandante, a guerra convencional para a qual as tropas europeias se preparam em seus campos de treinamento não se assemelha à realidade do conflito na Ucrânia.
Anteriormente, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou que qualquer possibilidade de envio de tropas de países-membros da OTAN para a Ucrânia é considerada inaceitável por Moscou e pode resultar em uma escalada violenta do conflito.
Autoridades do Reino Unido e de outros países europeus já se manifestaram sobre essa hipótese, mas o governo russo classificou tais declarações como incitação à continuidade das hostilidades.
Por Sputnik Brasil
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