Cidades
Oficina de Xequerê promove formação cultural para mulheres quilombolas e povos de terreiro em Palmeira dos Índios

Em um movimento de fortalecimento da cultura afro-brasileira, chega a Palmeira dos Índios o projeto "Oficina de Xequerê", que irá capacitar mulheres da comunidade quilombola da Tabacaria, povos de terreiro de religiões afro-indígenas, além de integrantes de coletivos culturais e associações comunitárias, por meio de atividades que unem arte, ancestralidade e resistência.
A oficina será dividida em duas turmas e tem como objetivo ensinar o plantio de cabaças, a confecção artesanal do xequerê – também conhecido como agbê – e os toques e movimentos tradicionais desse instrumento percussivo, símbolo importante das culturas africanas no Brasil. O projeto busca promover autonomia cultural, identidade coletiva e preservação das raízes afrodescendentes em comunidades marcadas historicamente pela luta contra a escravidão.
Início das atividades:
Turma 1
Local: Sede do Centro de Desenvolvimento Pró Comunitário – MPDC – Projeto Oásis
Rua Chico Nunes, nº 49, Centro
Início: 9 de abril
Turma 2
Local: Quilombo Tabacaria – Associação de Moradores
Início: 10 de abril
Atividades oferecidas:
• Germinação e plantio das sementes de cabaça
• Distribuição das cabaças e materiais para confecção do instrumento
• Técnicas de limpeza e conservação da cabaça
• Confecção do Xequerê/Agbê com trama simples
• Aulas práticas de dança e toques percussivos
As inscrições são gratuitas e o material está incluso para todas as participantes. A proposta é envolver as comunidades com protagonismo feminino e manter viva a tradição dos tambores, da dança e da sabedoria ancestral.
📲 Inscreva-se pelo link: https://forms.gle/C26acSJsGJ55...
📞
Contato: (82) 99948-9568
Sobre o projeto
A "Oficina de Xequerê" é realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura (MinC), e operacionalizada pelo Governo de Alagoas, através da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (Secult/AL).
A iniciativa representa mais um passo na democratização do acesso à cultura, ao mesmo tempo em que reconhece e valoriza os saberes e fazeres de matrizes africanas em território alagoano.
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