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Secretário conhece proposta de Comitê de Investigação de Óbitos Suspeitos por Dengue em Alagoas
Para investigar as mortes causadas por dengue em Alagoas, o assessor técnico do gabinete da Secretaria Nacional de Atenção à Saúde, Rodrigo Said, apresentou a proposta do Comitê de Investigação de Óbitos Suspeitos por Dengue em Alagoas ao secretário de Estado da Saúde, Alexandre Toledo, durante reunião nesta quarta-feira (11).
O gestor da Saúde aprovou a proposta do comitê e disse que as Secretarias de Saúde Estadual e Municipal de Maceió vão atuar por meio da Assistência e Vigilância em Saúde nos trabalhos realizados pelo comitê.
O Conselho Regional de Medicina de Alagoas (Cremal), o Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (Coren/AL), o Sindicato de Hospitais do Estado de Alagoas e universidades serão convidados a participar do comitê por meio da indicação de representantes, visto a importância da atuação do comitê junto aos hospitais privados e filantrópicos.
Com isso, será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) a portaria do Comitê de Investigação de Óbitos Suspeitos por Dengue em Alagoas, com descrição das especificações e prerrogativas para atuação do comitê.
Comitê
Os técnicos da Sesau irão agir em casos de mortes suspeitas de Dengue, observando como se deu o acesso da vítima ao serviço de saúde. Eles também irão investigar a organização da unidade de saúde, além da qualidade do manejo clínico, sempre com o objetivo de sanar os problemas com agilidade.
Também é objetivo do comitê, avaliar a qualidade da assistência prestada aos pacientes com suspeita de Dengue, identificar os fatores que foram determinantes para o óbito e propor resposta imediata para corrigir problemas que comprometam a vida do paciente.
O tratamento da dengue é simples e de baixo custo, mas, por ser uma doença dinâmica, é necessário o acompanhamento do paciente. Daí a necessidade da ação da Assistência à Saúde, que apresenta as mesmas dificuldades do cenário nacional. Por isso, caso haja algum óbito notificado, o comitê precisa se reunir para iniciar a investigação, explicou Rodrigo Said.
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