Geral
Mais de 80% dos candidatos não passam na 2ª fase da OAB e impulsionam busca por materiais estratégicos de estudo
Com alto índice de reprovação e pressão por desempenho, obra "CLT Organizada", de Aryanna Linhares, aposta em navegação otimizada e atualização legislativa para apoiar candidatos na etapa decisiva do exame
São Paulo, abril de 2026 - A elevada taxa de reprovação na 2ª fase do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem reforçado a busca por materiais mais estratégicos e direcionados. Dados do Conselho Federal da OAB indicam que, historicamente, a aprovação total no exame gira em torno de 20% a 30%, considerando as duas fases, o que evidencia o grau de dificuldade do processo seletivo. Na etapa prático profissional, em especial, a necessidade de domínio técnico aliada à gestão do tempo se torna um dos principais desafios para candidatos em todo o país.
Nesse cenário, a legislação seca continua sendo um dos instrumentos mais relevantes durante a prova, já que seu uso é permitido, desde que sem comentários. A forma como esse conteúdo é organizado, portanto, pode impactar diretamente o desempenho dos candidatos, sobretudo na localização rápida de dispositivos legais e na segurança durante a resolução das questões discursivas.
É nesse contexto que se insere o lançamento de “CLT Organizada”, obra de Aryanna Linhares, referência nacional na preparação para a OAB e docente em um dos maiores cursos online do país. Desenvolvido especialmente para a 2ª fase do exame, o livro apresenta a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) completa e atualizada até 26 de janeiro de 2026, data do Edital do Exame 46, com uma estrutura pensada para otimizar a consulta durante a prova. “A segunda fase da OAB é, antes de tudo, uma prova de estratégia aplicada. Não basta conhecer a lei, é preciso saber encontrá-la com rapidez, interpretar com segurança e tomar decisões sob pressão. Foi a partir dessa realidade que estruturamos a obra, pensando em como o candidato realmente utiliza a legislação durante o exame”, afirma Aryanna Linhares.
Voltado para estudantes de Direito, recém-formados e candidatos à etapa final do exame, o material aposta em uma organização prática e intuitiva. Entre os principais diferenciais estão o índice alfabético remissivo geral, tarjas laterais de navegação, indicação de temas no topo das páginas e notas de transcrição no corpo da CLT, além de um novo projeto gráfico, com impressão colorida e em formato ampliado, que facilita a leitura e o manuseio.
A obra também reúne conteúdos complementares relevantes para a prática trabalhista, como a Constituição Federal e o ADCT na íntegra, o Código de Processo Civil de 2015, além de artigos selecionados do Código Civil, Código Penal e Código de Processo Penal aplicados ao Direito do Trabalho. Soma se a isso a inclusão do Regimento Interno do Tribunal Superior do Trabalho, súmulas, orientações jurisprudenciais, precedentes normativos e as teses vinculantes do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior do Trabalho.
Com foco total na 2ª fase da OAB, o material foi estruturado para reduzir o tempo de busca por dispositivos legais e jurisprudenciais e aumentar a segurança do candidato durante a prova, um fator considerado decisivo diante do tempo limitado e da complexidade das peças processuais exigidas. “A proposta não foi apenas compilar a legislação, mas criar uma ferramenta de apoio real ao desempenho do candidato, observando rigorosamente o edital. Cada elemento, da organização visual à curadoria do conteúdo, foi pensado para gerar fluidez, economizar tempo e dar mais confiança na hora da prova. O objetivo final é simples: transformar estudo em aprovação”, conclui a autora.
Mais lidas
-
1ANÁLISE MILITAR
Caça russo Su-35S é considerado superior ao F-16 e F-22 por especialista
-
2CULTURA
Marcello Novaes participa de show da banda dos filhos Diogo e Pedro
-
3FUTEBOL
Náutico vence a Ponte Preta e fica na parte de cima da tabela da Série B do Brasileirão
-
4TECNOLOGIA & MÍDIA
GloboPop é novo aplicativo de vídeos verticais para novelinhas e criadores de conteúdo
-
5POLÍTICA E ECONOMIA
Lindbergh critica postura de Galípolo e aponta corporativismo no caso Banco Master