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Cientistas detectam buraco coronal de forma incomum no Sol
Fenômeno raro pode indicar aumento nas tempestades magnéticas em 2026, segundo pesquisadores russos
Cientistas do Laboratório de Astronomia Solar do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia de Ciências da Rússia identificaram um buraco coronal de formato incomum no Sol. O fenômeno, que se assemelha a um número 1 invertido, chama a atenção pela sua raridade e pelo potencial impacto nas atividades solares.
De acordo com o laboratório, a formação ativa de buracos coronais no Sol é um comportamento típico do período de declínio da atividade solar, que ocorre após o pico — registrado entre outubro e dezembro de 2024. Esse processo teve início nos primeiros meses do ano passado, resultando em um aumento significativo no número de tempestades magnéticas em 2025.
A aparência atual do Sol reforça essa tendência, segundo os especialistas. As projeções indicam que, em 2026, o número de tempestades magnéticas poderá superar os índices observados no ano anterior, elevando o alerta para possíveis impactos na Terra.
Por Sputnik Brasil
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