Vida Esportiva
Antes de amistoso, jogadora dos EUA destaca 'técnica e criatividade' das brasileiras e exalta Marta
Rose Lavelle é um dos principais nomes da seleção norte-americana, que enfrenta a seleção feminina nesta data Fifa
Meio-campista do NJ/NY Gotham, dos Estados Unidos, Rose Lavelle conhece bem algumas jogadoras que enfrentará nos amistosos de junho contra a seleção brasileira, nos dias 6 e 9. Das convocadas por Arthur Elias, Gabi Portilho foi companheira de time por dois anos, além de já ter jogado contra tantas outras que atuam e já atuaram na NWSL.
Dos 26 nomes da lista do treinador brasileiro, 11 jogadoras jogam na liga norte-americana: a goleira Lorena, a zagueira Rafaelle, as meias Angelina, Kerolin e Marta, e as atacantes Ludmilla, Dudinha, Bia Zaneratto, Ludmilla, Amanda Gutierres e Ary Borges, além de Aline Gomes e Tarciane, que já passaram por times estadunidenses, e outras brasileiras que ainda jogam por lá, como Debinha.
Atualmente, divide vestiário com Bruninha, lateral que acumula convocações para a seleção, mas não está nessa, e já dividiu com Geyse, atualmente no América-MEX, e Gabi Portilho, agora no San Diego Waves junto com Dudinha, que serão suas adversárias. Acostumada com o português, foi sincera sobre a qualidade das brasileiras.
— São jogadoras ótimas para se ter no time, mas incomodam para jogar contra. São muito técnicas e criativas na forma de jogar, então é muito difícil de se defender. Elas elevam todos os times em que estão. Pude jogar com algumas delas no meu time, são jogadoras com boa energia e que você quer ter no vestiário. Jogar contra elas traz à tona o nosso melhor também. — disse em coletiva após o treino da seleção.
Jogando profissionalmente na NWSL desde 2017, já enfrentou o Orlando Pride, de Marta, diversas vezes. A camisa 10 brasileira, em seus 40 anos, ainda joga em alto nível e impressiona a veterana dos Estados Unidos, que não escondeu a admiração pela Rainha.
— Toda vez que entro em campo com a Marta parece surreal, porque muitas de nós admiramos e nos inspiramos. Jogar contra ela na liga é incrível porque ela é muito boa. É inspiradora a forma como ela conseguiu elevar o jogo não só no nosso país e liga, mas no mundo. Ela ainda estar jogando nesse nível e nessa idade é incrível.
O Brasil enfrenta os Estados Unidos no dia 6 de junho, às 18h30, na Neo Quimica Arena, em São Paulo, e no dia 9, às 21h30, na Arena Castelão, em Fortaleza.
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