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PSG vence nos pênaltis, impõe novo trauma ao Arsenal e é bicampeão da Champions

Agência O Globo - 30/05/2026
PSG vence nos pênaltis, impõe novo trauma ao Arsenal e é bicampeão da Champions
PSG vence nos pênaltis, impõe novo trauma ao Arsenal e é bicampeão da Champions - Foto: Reprodução / Instagram

O Paris Saint-Germain é bicampeão da Liga dos Campeões da UEFA. Desta vez, com muito mais dificuldade e emoção que nos 5 a 0 aplicados sobre a Inter de Milão, na temporada passada: foi na disputa de pênaltis, em duelo duríssimo com o Arsenal: 4 a 3 nas cobranças, após 1 a 1 no tempo regulamentar. Entre cautela, riscos controlados e muito esforço físico numa final com cara de final.

É o segundo título dos franceses na competição. Conquista que impõe mais um trauma ao Arsenal, que segue sem conquista após duas finais disputadas. Neste sábado, os ingleses saíram na frente com Havertz, mas o PSG empatou com Dembelé, de pênalti, na segunda etapa.

O primeiro tempo foi condicionado pela eficiência do Arsenal em abrir o placar rapidamente. Sempre decisivo, o alemão Kai Havertz, opção do técnico Mikel Arteta para o perfil do jogo, aproveitou bola em profundidade pela esquerda de Trossard para bater forte, vencer o goleiro Safonov e marcar um golaço.

A partir de então, o Arsenal passou a fazer o que fez de melhor numa temporada em que conquistou o título da Premier League: se defendeu solidamente e fechou as várias linhas de passe que o PSG tentou criar por meio de movimentação. Por outro lado, deu a bola aos franceses, que eventualmente encontraram espaços para suas bolas tradicionais mais longas. Fabián Ruiz teve a melhor chance, pela esquerda, mas bateu para fora.

A abdicação dos ingleses em ter o controle do jogo acabou punida na segunda etapa. Em ataque promissório dos franceses, Mosquera derrubou Kvaratskhelia e cometeu pênalti. Dembelé converteu e mudou completamente o panorama da partida.

Em igualdade, o Arsenal lançou Gyokeres e foi para o ataque. Em jogos de área, a bola ficou viva várias vezes na defesa do PSG. Mas foram os franceses que tiveram as chances mais claras: Kvaratskhelia acertou a trave em bola desviada e Vitinha viu rampa colocada caprichosamente por cima do travessão. No último lançamento do tempo regulamentar, já nos acréscimos, Barcola bateu para fora o que poderia ser o gol do título.

A prorrogação foi marcada muito mais por cenas de jogadores esgotados e lances mais físicos do que por boas chances. No primeiro tempo, o Arsenal chegou a reclamação de pênalti em jogo em que Madueke e Nuno Mendes se enroscaram, mas na arbitragem nada marcou. Nos segundos 15 minutos, as equipes cansaram e se limitaram ao jogo de transição. Gyokeres chegou a assustar Safonov em rampa desviado na entrada da área.