Variedades
Justin Timberlake tenta impedir divulgação de vídeo de sua prisão
Cantor alega que exposição das imagens violaria sua privacidade e causaria danos à sua reputação
Justin Timberlake está buscando na Justiça impedir a divulgação do vídeo de sua prisão ocorrida em 2024, quando foi detido por suspeita de dirigir sob efeito de álcool.
O episódio aconteceu em 18 de junho, ocasião em que o cantor norte-americano foi autuado e recebeu duas multas. Na época, seu advogado, Edward Burke Jr., negou que Timberlake estivesse embriagado.
Em setembro do mesmo ano, Timberlake firmou um acordo com a Justiça, encerrando o processo.
Apesar disso, segundo informações da revista People, o artista tenta evitar que as imagens captadas pelas câmeras policiais no momento da prisão sejam tornadas públicas. Na petição apresentada, os advogados argumentam que a divulgação violaria a privacidade do astro.
De acordo com a defesa, os registros contêm "detalhes íntimos, altamente pessoais e sensíveis sobre Timberlake e sua família, incluindo informações de natureza médica, familiar e outras confidenciais, que não são necessárias para informar o público sobre as operações governamentais ou o desempenho de funções oficiais".
Os advogados solicitam que a Justiça impeça a circulação das imagens: "A divulgação pública dessas imagens causaria danos graves e irreparáveis à reputação pessoal e profissional de Timberlake, o exporia ao ridículo e ao assédio público e não atenderia a nenhum interesse público legítimo", sustentam os representantes do cantor.
Mais lidas
-
1LUTO NA TELEDRAMATURGIA
Morre Dennis Carvalho, ator e diretor de clássicos como “Vale Tudo” e “Fera Ferida”, aos 78 anos
-
2TEMPO INSTÁVEL
Chuva forte alaga Paraty, deixa moradores ilhados e pertences submersos; veja vídeo
-
3MEMÓRIA
Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada intacta em exumação
-
4ESTADUAL
CRB e ASA voltam a decidir o Alagoano pela quinta vez consecutiva; FAF define datas e locais
-
5JUSTIÇA
Juíza natural de Palmeira dos Índios é convocada para atuar por seis meses no STJ em Brasília