RJ em Foco
Operação da PF investiga corrupção e lavagem de dinheiro em decisões judiciais
Agentes estão nas ruas na manhã desta quinta-feira cumprindo seis mandados de busca e apreensão em Icaraí, Niterói.
Policiais federais estão nas ruas na manhã desta quinta-feira cumprindo seis mandados de busca e apreensão em endereços de Icaraí, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. O objetivo é cumprir a operação "Em nome do pai", que apura suposto favorecimento a empresas do ramo imobiliário e de construção civil por meio de decisões judiciais.
Eleições 2026:
Saiba quem são:
Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A investigação começou a partir de elementos encaminhados pela Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, provenientes de procedimento administrativo instaurado para apurar a conduta de um magistrado, cujo nome ainda não foi revelado.
Segundo as investigações, as decisões judiciais ocorriam enquanto vantagens indevidas seriam repassadas à família do magistrado por intermédio de imóveis, descontos comerciais excepcionais, pagamentos indiretos, interpostas pessoas e pessoas jurídicas ligadas aos investigados.
Risco:
Os atos de corrupção investigados ocorreram quando o magistrado ainda exercia suas funções na 1ª instância, mas os atos de lavagem se prolongaram no tempo, permitindo a realização de buscas. Os fatos, em apuração, podem caracterizar os crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.
Mais lidas
-
1A CONTA NÃO FECHA
Pastor em Delmiro, salário em Maceió: folha aponta jornada de 40 horas a 290 km de distância na prefeitura de JHC/Cunha
-
2POLÍTICA
Lista dos deputados federais eleitos no Rio de Janeiro (RJ)
-
3RODOVIAS
Obras da ponte entre Penedo (AL) e Neópolis (SE) avançam e ultrapassam 60% de execução
-
4BATE-ESTACA
Quem sai de 'A fazenda' hoje? Ariela, Renê e Thaíde estão na roça, e disputa fica entre os homens, diz enquete
-
5POLÍTICA
Memes não se tornam votos: Menina da Bota, Caneta Azul e Inês Brasil têm pouco mais de 20 mil e não se elegem