RJ em Foco

Desabamento no Cosme Velho: família pede doação de sangue para criança de 2 anos vítima de acidente

Menina está internada no setor de trauma de um hospital de Copacabana, na Zona Sul do Rio

Agência O Globo - 01/10/2026
Desabamento no Cosme Velho: família pede doação de sangue para criança de 2 anos vítima de acidente
Desabamento no Cosme Velho: família pede doação de sangue para criança de 2 anos vítima de acidente - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A família da criança de 2 anos que, ao lado da mãe, foi vítima do desabamento no Cosme Velho, pede doação de sangue para a menina. Após ser socorrida no dia 19 de setembro, a criança passou por cirurgia e foi internada na UTI do Hospital Copa D'Or.

Nos grupos de bairros como Cosme Velho, Laranjeiras e Copacabana, o pedido tem sido amplamente compartilhado. "Ela ainda pode precisar de mais, mas, independente disso, o banco de sangue está com pouco estoque e pede que a família e amigos ajudem doando", afirmam os familiares.

Para doar, os interessados devem procurar o banco de sangue do GSH. Confira os endereços:

Centro: Av. Marechal Floriano 99. Contato: (21) 3233-5950.

Barra: Av. Ayrton Senna 2150. Contato: (21) 3030-6761.

Nova Iguaçu (Hospital da Posse): Av. Henrique Duque Estrada Meyer, Posse. Contato: (21) 97177-9671.

Petrópolis: Av. Dr. Paulo Hervé 1130, Bingen. Contato: (24) 2245-2324.

Relembre o caso

No dia 19 de setembro de 2026, um sábado, estruturas de casarões localizados nos números 362 e 370 da Rua Cosme Velho, no bairro de mesmo nome da Zona Sul do Rio, desabaram. Uma mulher de 43 anos e sua filha, de 2, que passavam ao lado, foram hospitalizadas.

Prefeitura desapropria Solar dos Abacaxis e casa que pertenceu a Portinari, no Cosme Velho.

Dois dias após o acidente, os casarões, que já tinham sido sinalizados como em risco, foram desapropriados pelo executivo municipal. Um ano antes, em 2025, houve alertas sobre a segurança da estrutura.

De acordo com o município, a "futura destinação desses imóveis" ainda será objeto de estudo. O engenheiro Carlos Sobrinho, de 33 anos, que mora em frente, descreveu o momento do desabamento: "De repente, eu só ouvi aquele estrondo".