RJ em Foco
Polícia Federal fecha depósito de cigarros clandestinos ligado a Adilsinho
Foram encontrados 12,5 mil maços com indícios de irregularidades
A Polícia Federal fechou um depósito supostamente utilizado pela quadrilha de Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, para armazenar cigarros ilegais e falsificados. O imóvel, localizado em São Gonçalo, abrigava cerca de 12,5 mil maços de cigarros, todos com indícios de irregularidades em sua fabricação e rotulagem.
Histórico de Adilsinho:
VÍDEO:
No momento da chegada dos policiais, dois homens tentavam retirar a carga às pressas, possivelmente para evitar a apreensão. Ambos foram presos e encaminhados à Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, onde prestaram depoimento e permanecem à disposição da Justiça.
As investigações preliminares indicam que a mercadoria pode estar relacionada à máfia do cigarro, supostamente comandada por Adilsinho no Rio de Janeiro. O grupo é apontado como responsável pelo controle de fábricas clandestinas em diversas regiões do estado, dominando o comércio ilegal do produto por meio de controle territorial e violência.
A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão a Crimes Patrimoniais e ao Tráfico de Armas (DELEPAT/PF/RJ). Em operações anteriores contra a quadrilha de Adilsinho, foram identificados locais onde trabalhadores estrangeiros – especialmente paraguaios – eram mantidos em condições análogas à escravidão durante a produção dos cigarros ilícitos.
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