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Polícia busca suspeitos de estupro coletivo contra adolescente em Copacabana

Quatro homens e um menor de idade são procurados por envolvimento no crime

Agência O Globo - 28/02/2026
Polícia busca suspeitos de estupro coletivo contra adolescente em Copacabana
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro está à procura de quatro homens suspeitos de envolvimento no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em Copacabana, Zona Sul da cidade. O crime aconteceu na noite de 31 de janeiro, quando um menor de 17 anos, apontado como ex-namorado da vítima, a atraiu para um encontro amoroso em um apartamento.

Durante o encontro no quarto, outros quatro homens entraram no cômodo e participaram do crime. Câmeras de segurança do prédio registraram tanto a chegada dos jovens ao apartamento quanto a saída deles, cerca de uma hora depois.

Após o ocorrido, a adolescente procurou a delegacia do bairro para denunciar o crime. Segundo o delegado Ângelo Lages, responsável pelo inquérito, a vítima chegou à unidade policial bastante lesionada e sangrando, o que chamou a atenção dos investigadores.

"Tentamos efetuar a prisão em flagrante dos suspeitos, indo até o local logo após o crime, mas não conseguimos localizá-los. Continuamos a investigação, reunimos o laudo do exame de corpo de delito e as imagens das câmeras de segurança. A vítima fez o reconhecimento dos autores, o que nos deu certeza sobre a autoria e a materialidade do crime, permitindo a emissão dos mandados de prisão", explicou o delegado.

Os suspeitos identificados são Bruno Felipe Allegretti, João Gabriel Bertho, Mattheus Martins e Vitor Hugo Simonin, além do menor de 17 anos, cuja identidade está sendo preservada. Todos são considerados foragidos.

A Polícia Civil realizou uma operação para prender os envolvidos no último sábado (28), mas nenhum deles foi localizado até o momento. Eles respondem pelo crime de estupro, qualificado pelo fato de a vítima ser menor de 18 anos, com agravante por ter sido praticado de forma coletiva, o que pode levar a uma pena de até 20 anos de reclusão.