Política

Segundo jornalista de Brasília, alagoano Aldo Rebelo é cotado para ministério de Flávio Bolsonaro

Ex-ministro do PT e ex-presidente da Câmara, o político de Viçosa figura em lista divulgada por jornalista Esmael Morais

Redação 12/10/2026
Segundo jornalista de Brasília, alagoano Aldo Rebelo é cotado para ministério de Flávio Bolsonaro
Alagoano Aldo Rebelo é cotado para ministério de Flávio Bolsonaro - Foto: Arquivo

O cenário político nacional traz o nome do alagoano Aldo Rebelo para o centro das especulações de bastidor. Ex-coordenador da recente campanha presidencial de Ronaldo Caiado (PSD) e crítico da atual gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Rebelo figura em uma lista de 12 nomes cotados para assumir um ministério em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), caso o candidato vença a disputa eleitoral marcada para o dia 25 de outubro.

A informação sobre a composição do possível ministério foi divulgada pelo jornalista Esmael Morais, em seu blog transmitido de Brasília.

Raízes alagoanas e projeção nacional

Natural de Viçosa, no interior de Alagoas, Aldo Rebelo iniciou sua trajetória profissional e acadêmica no estado, onde atuava no antigo Jornal de Alagoas e cursava Direito na Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Sua transferência para São Paulo ocorreu por determinação do PCdoB, sua legenda política à época.

Na capital paulista, deu os primeiros passos na vida pública como vereador, construindo posteriormente uma sólida carreira no Congresso Nacional. Eleito deputado federal por São Paulo por diversos mandatos, Rebelo atingiu o topo do Poder Legislativo ao presidir a Câmara dos Deputados em uma disputa histórica decidida por apenas 13 votos — disputada contra outro alagoano, José Thomaz Nonô.

Transição partidária e trânsito entre diferentes polos

Ao longo de sua trajetória, Rebelo transitou por diferentes posições no espectro político. O político ocupou cargos no Primeiro Escalão em quatro ocasiões durante as gestões do Partido dos Trabalhadores (PT), sob os governos de Lula e Dilma Rousseff.

Mais recentemente, tentou viabilizar uma candidatura própria à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC), projeto que acabou retirado pela própria legenda. A inclusão do seu nome nas especulações do grupo de oposição reforça a posição de destaque que o político alagoano continua mantendo nas articulações do poder em Brasília.