Política

Gasto Brasil chega a R$ 4 trilhões em despesas públicas em 2026

Governo Federal responde por 46,4% do total, enquanto estados e municípios concentram 27% e 26,5%, respectivamente

Assessoria de Comunicação CACB 21/09/2026
Gasto Brasil chega a R$ 4 trilhões em despesas públicas em 2026
Gasto Brasil chega a R$ 4 trilhões em despesas públicas em 2026

O poder público brasileiro movimentou R$ 4,015 trilhões em despesas primárias ao longo de 2026, de acordo com dados da plataforma Gasto Brasil, que reúne, em um único painel, informações do Governo Federal, dos estados, do Distrito Federal (DF) e dos municípios.

Do total contabilizado pela ferramenta até o momento (18/09), mais de R$ 1,86 trilhão corresponde ao dispêndio do Governo Federal. Já a despesa primária pública dos estados ficou em R$ 1,08 trilhão, e a dos municípios em R$ 1,06 trilhão.

Em termos relativos, a União respondeu por cerca de 46% do total, enquanto estados e municípios responderam por 27% e 26,5%, respectivamente.

A plataforma também destaca o peso da Previdência, cuja despesa projetada aparece atualmente em R$ 1,14 trilhão. Esse valor equivale a 28,6% do total de gastos públicos primários no Brasil.

Já em relação aos dados do Impostômetro até o momento, o Gasto Brasil ultrapassa em R$ 1,1 trilhão o valor da arrecadação de impostos no país.

Transparência

Criada em 2025 pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a plataforma Gasto Brasil tem o objetivo de dar mais transparência ao acompanhamento das contas públicas no país.

De acordo com a plataforma, as despesas federais são classificadas em mais de 60 itens, agrupados em 28 categorias. Onze dessas categorias concentram aproximadamente 96% do total. Entre as principais estão justamente a Previdência e as despesas com pessoal e encargos sociais.

Somadas aos investimentos e às inversões financeiras, essas quatro grandes rubricas representam aproximadamente 65% das despesas federais consideradas pela ferramenta.

Fonte: Diário do Comércio