Política

João Campos lidera disputa pelo governo de Pernambuco contra Raquel Lyra, aponta Genial/Quaest

Levantamento mostra vantagem do ex-prefeito do Recife tanto no primeiro quanto no segundo turno; cenário para o Senado segue indefinido.

28/04/2026
João Campos lidera disputa pelo governo de Pernambuco contra Raquel Lyra, aponta Genial/Quaest
João Campos - Foto: Reprodução

Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta terça-feira, 28, indica que João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife, liderou a corrida pelo governo de Pernambuco, superando a atual governadora Raquel Lyra (PSD).

No cenário estimulado para o primeiro turno, Campos aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra soma 34%. Já em uma eventual disputa de segundo turno, João Campos amplia a vantagem, alcançando 46% contra 38% do atual gestor. Outros 8% dos entrevistados declararam-se indecisos, e 8% pretendem votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.

A pesquisa reuniu 900 moradores de Pernambuco entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PE-08904/2026.

Disputa pelo Senado segue acirrada

No cenário para o Senado, o levantamento aponta um quadro equilibrado pelas duas vagas em disputa. Marília Arraes (PDT) liderou a preferência no cenário estimulado, com 18% das menções.

Na briga pela segunda vaga, há empate técnico entre Humberto Costa (PT), que tem 12%, Miguel Coelho (União Brasil), com 10%, e Mendonça Filho (PL), que soma 8%. O petista Humberto Costa está empatado com Marília Arraes no limite da margem de erro, além de dividir a disputa com Coelho e Mendonça Filho.

Avaliação do governador Raquel Lyra

Apesar de ter comparecido atrás de João Campos na disputa eleitoral, Raquel Lyra mantém avaliação positiva entre os pernambucanos: 62% aprovam sua gestão, enquanto 35% desaprovam e 3% não opinaram. A percepção predominante é de que o governo é regular (43%), avaliado por avaliações positivas (36%) e negativas (18%). Outros 3% não responderam à pesquisa.