Política
Flávio condiciona apoio a Celina Leão no DF à decisão de Ibaneis e alianças ao Senado
Senador diz que definição do PL para o governo do DF depende de Ibaneis Rocha e das candidaturas ao Senado. Michelle Bolsonaro e Bia Kicis seguem como pré-candidatas apoiadas.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta quarta-feira (25) que o PL ainda precisa de mais tempo para definir quem apoiará ao governo do Distrito Federal. Segundo ele, um eventual apoio a Celina Leão (PP) depende da decisão do atual governador Ibaneis Rocha (MDB) sobre uma possível candidatura ao Senado.
"Depende da conjuntura. Se o Ibaneis (MDB) for candidato ao Senado, isso inviabiliza que o PL formalmente esteja na chapa dela, porque o PL vai lançar duas vagas ao Senado. Não dá para a mesma candidatura a governo do Estado lançar três nomes ao Senado", declarou Flávio a jornalistas após visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na Papudinha.
"Com relação ao apoio ao governo do Estado, a gente tem que conversar mais", acrescentou o senador.
Flávio destacou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem mantido conversas com Celina Leão, mas reforçou que o apoio dependerá da definição dos nomes para o Senado. Ele reafirmou que Michelle e a deputada Bia Kicis (PL-DF) são as pré-candidatas apoiadas pelo partido.
Mato Grosso do Sul
O senador também afirmou que seu pré-candidato ao governo do Mato Grosso do Sul é o senador Wellington Fagundes (PL-MT). Para o Senado, um dos apoios do PL será destinado ao deputado José Medeiros (PL-MT).
Flávio relatou ainda que Jair Bolsonaro pediu para que ele continue a definição dos palanques estaduais: "Ele falou: 'Vai tocando o barco e resolvendo Estado por Estado'".
Pesquisa Atlas/Bloomberg
Flávio disse não ter analisado os dados da pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, mas avaliou que o cenário está "dando a lógica". O levantamento aponta empate entre Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.
"Está dando a lógica. Governo (vai) muito mal, um governo que não toma conta de ajudar os Estados e municípios no combate a facções criminosas, um governo que não para de criar imposto", criticou.
O senador voltou a atacar Lula e a primeira-dama Janja Lula da Silva: "As viagens para Janja estão ficando mais exigentes, estão tendo que gastar mais. Então ele aumenta os impostos para poder bancar os luxos dele, as viagens improdutivas de passeio dele", afirmou.
Dosimetria
Flávio disse aguardar a definição da sessão do Congresso que analisará os vetos ao projeto de dosimetria, que pode reduzir a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele ressaltou, porém, que continuará apoiando projetos para conceder anistia total aos condenados pelo 8 de Janeiro. "Vamos derrubar esse veto e continuar trabalhando pela anistia", concluiu.
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