Poder e Governo

Após ausência em ato bolsonarista, Michelle Bolsonaro explica que passou por procedimento cirúrgico

Ex-primeira-dama afirma que segue com as atividades normais, com algumas restrições

Agência O Globo - 02/03/2026
Após ausência em ato bolsonarista, Michelle Bolsonaro explica que passou por procedimento cirúrgico
Após ausência em ato bolsonarista, Michelle Bolsonaro explica que passou por procedimento cirúrgico - Foto: Reprodução / Agência Brasil

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) esclareceu nesta segunda-feira (data não informada) que se submeteu a um pequeno procedimento cirúrgico na última semana. A declaração foi feita após a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) comentar a ausência de Michelle no ato "Acorda Brasil", realizado no domingo (data não informada), na Avenida Paulista, em São Paulo.

Michelle utilizou suas redes sociais para tranquilizar apoiadores: "Passei por um pequeno procedimento cirúrgico na última sexta-feira. Está tudo bem e, salvo algumas restrições, sigo com minhas atividades normais. Obrigada pela preocupação, pelo carinho e pelas orações", escreveu.

No domingo, Bia Kicis informou que a ausência de Michelle se deu devido à cirurgia e também à necessidade de cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e da filha do casal, Laura Bolsonaro.

O ato na Avenida Paulista reuniu apoiadores da oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), em defesa da liberdade de Jair Bolsonaro. De acordo com estimativa do Monitor do Debate Político, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) — coordenado por Pablo Ortellado e Márcio Moretto, da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a ONG More in Common —, a manifestação teve grande adesão.

Convocado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), este foi o primeiro grande ato bolsonarista na Avenida Paulista desde que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi lançado pré-candidato à Presidência da República, com o aval do pai.

Entre as presenças de destaque estiveram o senador Flávio Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e os governadores Ronaldo Caiado (Goiás) e Romeu Zema (Minas Gerais). O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) também não compareceu, pois cumpre agendas na Alemanha na área de tecnologia.