Geral
Depois da OAB, defensores públicos também vão ao STF contra fim das 'saidinhas'

Depois dos advogados, defensores públicos também acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) contra a nova lei das "saidinhas", que restringiu a saída temporária de presos.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apresentou a primeira ação, na semana passada, o que na prática abriu uma nova rodada da queda de braço que orbita o tema, desta vez na Justiça.
Agora, a Associação Nacional de Defensores Públicos reforça o coro contra as mudanças promovidas pelo Congresso.
A entidade defende que a nova lei viola pactos internacionais dos quais o Brasil é signatário e vai na contramão de princípios constitucionais como o da individualização da pena, da legalidade e da humanidade.
"A legislação infraconstitucional pertinente à execução penal já previa obrigações e condições para a realização das saídas temporárias, bem como sanção para eventual descumprimento das condições impostas. Não há necessidade e razoabilidade na vedação generalizada das saídas temporárias", diz um trecho da ação.
Um ponto específico incluído na nova Lei de Execuções Penais preocupa os defensores públicos: a exigência de exames criminológicos (avaliação psicológica e social do preso) para a progressão do regime de prisão.
Mais lidas
-
1CADEIA NELES
Caso Gabriel: Ministério Público de Alagoas denuncia policiais por homicídio doloso e fraude processual
-
2QUEDA DE ENERGIA
Apagão deixa Palmeira dos Índios sem energia por mais de três horas
-
3SERVIÇO PÚBLICO
Alagoas anuncia maior concurso da história com vagas em diversas áreas
-
4ELEIÇÕES
Candidato a reeleição, Renan Calheiros declara apoio a JHC para a outra vaga do Senado em 2026
-
5FUTEBOL
Conmebol denuncia Inter por atrasar jogo com Flamengo em episódio de 'chuva' de papel picado