Economia
Crescimento em 2021 pode ser melhor que projeção de 3,2%, diz Guedes
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o crescimento econômico em 2021 pode surpreender e ser maior do que o projetado, em 3,2%. A declaração foi dada em evento virtual sobre países emergentes, organizado pela Bloomberg.
Ele repetiu que sempre disse que a recuperação da economia brasileira após o choque provocado pela pandemia de covid-19 seria em formato do símbolo da Nike, mas que está melhor, com um claro formato de “V”.
Guedes citou a situação do mercado de trabalho, que mostra perdas menores do que nas últimas crises e também aceleração da recuperação de vagas nos últimos três meses. “O fato é que a doença está caindo e a economia voltando forte. Nossas políticas anticíclicas funcionaram bem.”
O ministro ainda citou que a economia tem os mecanismos para lidar com uma segunda onda de contaminação por covid-19, pois o governo já digitalizou milhões dos brasileiros ditos pelo ministro que eram “invisíveis”. “Podemos filtrar excessos e poderemos gastar valores menores.”
Segundo Guedes, o governo vai agir decisivamente em uma segunda onda da covid, mas não vai usar a doença como desculpa para tomar medidas irresponsáveis. Ele também disse que o teto de gastos será mantido.
Autor: Thaís Barcellos e Eduardo Rodrigues
Copyright © 2020 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.
Mais lidas
-
1EDUCAÇÃO
Seduc realiza 6ºconvocação do PSS de profissionais de apoio da Educação Especial
-
2CASO GABRIEL LINCOLN
Palmeira: Ministério Público ouve familiares e advogado de jovem morto em ação policial
-
3PALMEIRA DOS ÍNDIOS
Tia exonera sobrinho, irmão do ex-prefeito imperador; ele está envolvido em denúncias de contratação irregular de trabalhadores
-
4COMUNICAÇÃO
Clevânio Henrique lança projeto independente e deixa NN FM após dois anos; Microfone Aberto é transmitido por 4 emissoras em Arapiraca, Palmeira e Santana
-
5PODCAST
Ricardo Mota fez na entrevista o que sempre escreveu que o governador fazia nos bastidores: riu do "imperador" Julio Cezar.