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Ministro de Portos e Aeroportos considera estratégicas as pastas de infraestrutura separadas

Tomé Franca destaca o sucesso da condução das pastas e a importância de uma gestão focada.

João Caires 27/10/2026
Ministro de Portos e Aeroportos considera estratégicas as pastas de infraestrutura separadas
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca - Foto: Reprodução / Instagram

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou nesta terça-feira, 27, que manter os Ministérios de Infraestrutura separados no próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria uma decisão mais estratégica, dado o sucesso da condução das pastas durante o atual mandato do petista e o crescimento das pautas de cada setor, o que exigiria uma administração mais focada.

“Entendo que o Ministério de Portos e Aeroportos, por exemplo, ganhou um tamanho e uma importância para as políticas públicas de infraestrutura que merecem ser preservadas. Acho, inclusive, que essa deve ser uma pauta não só dos gestores que ajudaram a construir o Ministério de Portos e Aeroportos, mas do setor. Para que portos, aeroportos e hidrovias sejam, de fato, tratados com uma prioridade, com um olhar específico, com uma equipe técnica apropriada e que conheça o setor, para que a gente possa desenvolver o setor”, afirmou o ministro a jornalistas durante um evento da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), em Brasília (DF).

Ele também ressaltou que ainda não teve conversas sobre a possibilidade de continuidade no comando da pasta. O ministro esteve com toda a equipe de governo e com o presidente em São Paulo (SP), no último domingo, 25, durante a apuração dos votos. Participou de um evento do setor privado na noite desta segunda-feira, 26, e retornou hoje para agendas em Brasília. “Ainda não tenho essas informações. Estava em São Paulo ontem, cheguei agora de manhã direto aqui para o evento”, disse.

O entendimento do setor de infraestrutura é que, independentemente do modelo ministerial que devem ter na Esplanada a partir de 2027, o essencial será que um ministro forte e capaz de articular maior espaço no Orçamento Discricionário para projetos do setor será crucial para o sucesso de ações estratégicas.