Geral
Oficina debate fluxo integrado de atendimento a pessoas em situação de risco
O Fluxo Integrado de Atendimento representa o percurso de atendimento de pessoas e famílias identificadas em situação de risco de insegurança alimentar no município.
Com a parceria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) de Maceió realizou a Oficina de Construção do Fluxo Integrado de Atendimento (FLIA), com o intuito de organizar a quinta etapa operacional do Protocolo Brasil Sem Fome.
Segundo a diretora de Segurança Alimentar da Semdes, Isabel Gazzaneo, o Protocolo Brasil Sem Fome é um instrumento do Governo Federal que orienta a atuação integrada dos governos e das políticas públicas para identificar, atender e acompanhar famílias em situação de fome e insegurança alimentar.
“Seu objetivo é articular ações de assistência social, saúde, segurança alimentar e nutricional, transferência de renda e acesso à alimentação adequada, priorizando as pessoas em maior vulnerabilidade”, explicou.

O Fluxo Integrado de Atendimento representa o percurso de atendimento de pessoas e famílias identificadas em situação de risco de insegurança alimentar no município. A proposta prevê a articulação entre o Sistema Único de Saúde (SUS), o Sistema Único de Assistência Social (Suas) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), com o objetivo de organizar o atendimento e o acompanhamento de forma integrada às ofertas públicas disponíveis nos territórios.
A oficina reuniu representantes técnicos e estratégicos do Sisan, SUS, Suas, sociedade civil e da Caisan. “A experiência e contribuição de cada participante são fundamentais para que o FLIA reflita a realidade e as necessidades do município”, pontuou Cammylla Marques, secretária executiva da Caisan.
Principais Objetivos do FLIA
Articulação intersetorial: Promover a integração operacional entre o Sistema Único de Saúde (SUS), o Sistema Único de Assistência Social (Suas) e o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).
Mapeamento de riscos: Organizar o percurso de identificação, atendimento e acompanhamento de pessoas e famílias em situação de grave risco ou vulnerabilidade de insegurança alimentar nos territórios municipais.
Planejamento local: Capacitar equipes técnicas e gestores locais para desenhar fluxos práticos que conectem as redes públicas disponíveis de forma ágil e sem rupturas.
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