Geral

Prefeito Rodrigo Cunha assina carta de compromisso e Maceió entra em projeto da ONU

Iplam será o órgão coordenador das ações da iniciativa 'Construindo Cidades Resilientes 2030' em Maceió

Prefeitura de Maceió 09/10/2026
Prefeito Rodrigo Cunha assina carta de compromisso e Maceió entra em projeto da ONU
Prefeito Rodrigo Cunha assina compromisso para Maceió no projeto da ONU em resiliência urbana. - Foto: Ascom Iplam

Maceió passou a integrar oficialmente a iniciativa 'Construindo Cidades Resilientes 2030'. O MCR-30 é um projeto do Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres (UNDRR). A carta de compromisso foi assinada pelo prefeito Rodrigo Cunha. Com ela, o município se compromete a planejar e implementar ações para reduzir riscos de desastres e fortalecer sua capacidade de responder a eventos extremos. O Iplam (Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental) será o responsável por coordenar as ações de resiliência do município.

Ao aderir, Maceió se comprometeu a aplicar os Dez Princípios para Construir Cidades Resilientes. O primeiro passo é uma avaliação da etapa em que a cidade se encontra no roteiro da iniciativa. A partir do resultado, o município age sobre os desafios definidos para cada fase. O compromisso inclui ainda garantir que o planejamento urbano leve em conta os riscos do território, com monitoramento de avanços e metas concretas.

O Instituto de Pesquisa, Planejamento e Licenciamento Urbano e Ambiental (IPLAM) foi designado órgão coordenador das ações de resiliência e redução do risco de desastres ligadas à iniciativa.

'A adesão de Maceió à MCR2030 reforça o papel do planejamento na proteção da cidade. O Iplam vai coordenar esse trabalho de forma integrada com as secretarias, para que a redução de riscos esteja presente nas decisões sobre o futuro de Maceió.', disse o Secretário-presidente do Iplam, Alessandro Lemos.

Segundo o diretor técnico de Redes de Cidades do Iplam, Kylan Marinho, a adesão representa um compromisso público do município. O desafio agora é transformar os princípios da iniciativa em ações concretas no território.

'Em Maceió, vamos usar o mapeamento das grotas, encostas e áreas alagáveis para orientar onde a cidade pode crescer e como qualificar com segurança as áreas já ocupadas. É essa ponte entre o dado técnico e a decisão urbana que será o papel do Iplam.', disse Kylan.