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'O voto é uma arma que o brasileiro não sabe usar', afirma candidato a presidente Wilson Grassi
Candidato critica falta de atenção do eleitor nas eleições de domingo (4)
'O voto é uma arma que o brasileiro não sabe usar', afirma candidato a presidente Wilson Grassi. As eleições do próximo domingo (4) serão um censo para contar "quantos burros e quantos jumentos têm no Brasil", na opinião do candidato a presidente pelo partido Democrata, Wilson Grassi. Em entrevista para a Sputnik Brasil nesta sexta-feira (2), ele equiparou o Brasil a uma empresa e o povo brasileiro ao gestor do Recursos Humanos (RH), em que os 12 candidatos a presidente representam aspirantes à vaga de CEO, mas apenas dois são considerados: "Em vez de ele ler os 12 currículos, ele [povo] só lê os dois primeiros currículos. O voto errado é uma arma que condena a pessoa a ficar no corredor do SUS [Sistema Único de Saúde] sofrendo e morrendo sem conseguir fazer a cirurgia que ela tem que fazer", compara. Ele descreveu o burro como alguém que não sabe que está errado, porque é burro. Já o jumento, classificou, é alguém que sabe que está errado, mas é teimoso e prefere insistir no erro. "Aonde eu quero chegar? O brasileiro está prestes a fazer uma escolha que não vai levar o Brasil a lugar nenhum", argumentou. Empresário e veterinário paulista, Grassi é o primeiro candidato próprio à presidência pelo Democrata, antigo Partido da Mulher Brasileira (PMB), que foi fundado em 2015. Já disputou cargos de vereador, deputado estadual e federal por São Paulo, pelos partidos PV e PRTB.
Por Sputnik Brasil
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