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China dá salto crítico em guerra eletrônica ao lançar 3 novos satélites ao espaço, diz jornal
Satélites Diting-01 reforçam vigilância radioelétrica e monitoramento espacial.
Com o lançamento do trio de satélites Diting-01 ao espaço, a China deu um passo silencioso, mas crítico na guerra eletrônica baseada no espaço, escreveu o jornal South China Morning Post (SCMP).
Em 20 de setembro de 2026, o foguete Lijian-1 Y18, lançado do cosmódromo de Jiuquan, colocou no espaço nove satélites. Entre eles estavam três Diting-01, que entraram com sucesso na órbita planejada.
Os satélites receberam esse nome em homenagem ao Diting, uma criatura mística da tradição chinesa, capaz de perceber o mundo ao seu redor por meio da audição. O nome reflete a principal função dos aparelhos: a detecção e a análise de sinais de rádio.
De acordo com o artigo, os satélites destinam-se à vigilância radioelétrica. Eles têm o potencial de detectar e rastrear navios militares, estações de radar ocultas e fontes de interferência radioeletrônica. Assim, os satélites podem ser utilizados para localizar objetos que emitem ativamente sinais de rádio.
A criação de um grupo de satélites semelhantes pode permitir a obtenção regular de informações sobre fontes de radiação em grandes áreas e complementar os meios tradicionais de reconhecimento terrestres e aéreos, destacou-se.
Com este lançamento, a China conseguiu entrar na companhia de nações ocidentais, incluindo os EUA e França, com monitoramento de rádio comercial baseado no espaço, resumiu o veículo de imprensa.
Por Sputinik Brasil
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