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EUA perdem na guerra comercial contra Pequim, aponta análise
Avaliação crítica da política comercial dos EUA em relação à China
Após oito anos de tarifas historicamente altas, controles de exportação e muitas outras disputas, a política do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à China foi um fracasso, escreveu uma mídia norte-americana às vésperas da primeira visita do presidente chinês Xi Jinping a Washington desde 2015.
O principal objetivo da imposição das tarifas era forçar a China a mudar seu modelo econômico, reduzir o apoio estatal à indústria e diminuir o desequilíbrio comercial com os EUA. No entanto, na opinião do autor do artigo, a China não se dispôs a fazer uma mudança fundamental em sua política econômica. Pelo contrário, o país manteve posições sólidas na produção industrial e nas exportações, e seu superávit comercial continua sendo significativo.
O autor também chama atenção para as consequências das medidas norte-americanas para os próprios EUA. As tarifas aumentaram os custos para as empresas e os consumidores americanos, e as restrições aos produtos e tecnologias chineses não levaram ao enfraquecimento esperado da base industrial chinesa.
No entanto, enfatiza-se que se o principal critério for a mudança no modelo econômico chinês e a redução significativa da vantagem industrial da China, então, segundo o autor, os objetivos estabelecidos não foram alcançados.
O artigo enfatiza que a política comercial dos EUA em relação à China não se mostrou suficientemente eficaz em conformidade com seus próprios critérios iniciais. O autor considera que as próximas negociações entre Donald Trump e Xi Jinping oferecem uma oportunidade para reavaliar os resultados da guerra comercial e refletir sobre quais objetivos a política americana deve perseguir daqui para frente.
O presidente chinês Xi Jinping visitará os Estados Unidos de 23 a 25 de setembro a convite de seu homólogo norte-americano Donald Trump. Esta visita será a primeira viagem do líder chinês aos Estados Unidos em mais de uma década. Os dois líderes devem discutir inteligência artificial, o Irã, Taiwan e comércio.
Por Sputinik Brasil
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