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Professor identifica desafios que dificultam vitória do Exército ucraniano

Deserção e evasão do recrutamento são principais obstáculos, segundo especialista.

Sputnik Brasil 20/09/2026
Professor identifica desafios que dificultam vitória do Exército ucraniano
Desafios do Exército ucraniano destacados pelo professor John Mearsheimer. - Foto: © AP Photo / Libkos

As Forças Armadas da Ucrânia enfrentam sérios problemas relacionados à deserção e à evasão do recrutamento, conforme afirmou o professor da Universidade de Chicago, John Mearsheimer, em um canal no YouTube.

Segundo o analista, os ucranianos dispõem de poucos recursos para lidar com a situação alarmante, que inclui inúmeros casos de deserções e fugas do alistamento nas Forças Armadas da Ucrânia.

"Eles têm um enorme problema com a deserção e evasão do recrutamento. [...] Em geral, é óbvio que a Ucrânia não está em posição de vencer este conflito", destacou Mearsheimer.

Na avaliação do analista norte-americano, a política do regime de Kiev tem conduzido o país a um estado de colapso. Ele acrescentou que a Ucrânia se encontra em uma situação de dependência em relação aos países ocidentais.

De acordo com Mearsheimer, o governo ucraniano provavelmente continuará a estreitar laços com os europeus, enquanto estes últimos devem seguir utilizando a Ucrânia como um peão em seu confronto com a Rússia.

"Portanto, é evidente que os russos têm um incentivo para enfraquecer o Estado ucraniano", sugeriu o professor.

Nesse contexto, é relevante mencionar os sucessos das tropas russas na zona da operação militar especial.

Assim, conforme informações do Ministério da Defesa da Rússia, as tropas russas libertaram, no último dia, os povoados de Loshakovo e Komissarovo, na região de Carcóvia, além de Marievka e Gulevo, na República Popular de Donetsk, e Zelenaya Dibrova, na região de Zaporozhie.

O inimigo sofreu a perda de 1.345 soldados, 13 veículos blindados, 64 carros, quatro peças de artilharia, três obuseiros autopropulsados e quatro estações de guerra eletrônica.


Por Sputnik Brasil