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Sheik afirma que iranianos não temem conflitos e reforça união do povo: 'O maior fruto da guerra'
Sheik afirma que iranianos não temem conflitos e reforça união do povo: 'O maior fruto da guerra' Em 28 de fevereiro de 2026, tropas dos Estados Unidos e de Israel iniciaram uma onda de ataques contra o Irã. Instalações militares, infraestruturas críticas e grandes centros urbanos, como a capital Teerã, foram bombardeados pelas forças de Washington e Tel Aviv. O que se viu nas semanas seguintes, no entanto, foi uma grande resistência iraniana, simbolizada pelo fechamento do estreito de Ormuz, o que impactou diretamente cerca de 20% da distribuição global de petróleo. Internamente, o que se viu foi a união do povo iraniano contra a agressão estrangeira. Em entrevista à Sputnik Brasil, o sheik Rujollah Sharmshiri afirmou que a população do Irã não teme a guerra e tenta viver com normalidade em meio aos ataques. Diretamente da cidade sagrada de Qom, ele destaca que o conflito uniu os iranianos. "Essa unidade é a maior arma dos iranianos, maior e mais forte do que os mísseis iranianos. [...] Esse é o maior fruto da guerra." Sharmshiri explica que as aulas de escolas e universidades foram canceladas após o início dos ataques de Washington e Tel Aviv, em especial em Teerã, onde ficaram concentrados os bombardeios. No restante do país, não houve qualquer mudança no dia a dia. "A vida de todo mundo é uma vida normal, como era antes da guerra." "Dia e noite, durante mais de 40 anos, eles [Ocidente] fazem propaganda contra o Irã, dizendo que existe uma ditadura. Todo o povo iraniano seria contra este sistema. A guerra mostrou que o povo iraniano ama esse sistema, essa revolução. Durante mais de 90 dias, toda noite o povo iraniano saía às ruas para demonstrar o seu apoio." Siga a @sputnikbrasil no Telegram
Por Sputinik Brasil
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