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Macron afirma que Marinha francesa, com apoio britânico, interceptou navio russo

Ação conjunta teria impedido petroleiro de contornar sanções; Rússia classifica operação como ilegal e próxima de pirataria.

01/06/2026
Macron afirma que Marinha francesa, com apoio britânico, interceptou navio russo
Macron afirma que Marinha francesa, com apoio britânico, interceptou navio russo - Foto: © ANSA/EPA

A Marinha da França, com apoio do Reino Unido, interceptou um petroleiro russo sob avaliações internacionais, que partiu do porto de Murmansk. Uma iniciativa de parte dos esforços de países aliados da Ucrânia para combater as exportações de petróleo russo, fonte de financiamento para a guerra conquistada pelo presidente Vladimir Putin.

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que o navio-tanque Tagor foi abordado no domingo, 31, a mais de 400 milhas náuticas a oeste da França, em águas internacionais do Atlântico. “É inaceitável que embarcações contornem avaliações internacionais, violem o direito do mar e financiem a guerra que a Rússia vem travando há mais de quatro anos contra a Ucrânia”, declarou Macron. “Esses navios, que não respeitam as regras mais elementares de navegação marítima, também representam uma ameaça ao meio ambiente e à segurança de todos”, acrescentou.

Em resposta à ação francesa, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia “considera tais ações ilegais” e que “elas beiram a pirataria”. "Discordamos absolutamente de que estão sendo realizados em plena conformidade com o direito internacional", criticou.

A receita do petróleo é fundamental para a economia russa, permitindo que Putin financie o esforço de guerra contra a Ucrânia sem pressionar a inflação ou provocar um colapso cambial. Estima-se que a Rússia utilize uma frota de centenas de navios para driblar as sanções impostas desde o início do conflito.

França e outros países têm prometido suportar o combate à chamada "frota sombra" que busca roubo as restrições. Entre os petroleiros já interceptados pela França estão o Deyna, abordado no Mar Mediterrâneo em março, e o Grinch, liberado em fevereiro após o pagamento de multa milionária. Fonte: Associated Press .

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado