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STJ marca depoimento de mulheres que acusam ministro Buzzi de assédio
Depoimentos das supostas vítimas e testemunhas serão colhidos em 11 de junho; ministro está afastado e responde a PAD
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) agendou para o dia 11 de junho os depoimentos de duas mulheres que acusam o ministro Marco Buzzi de assédio sexual.
Nesses mesmos dados, também serão ouvidas 20 testemunhas de defesa e de acusação.
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O ministro foi afastado da carga e se tornou alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD) após as denúncias das supostas vítimas.
Buzzi é acusado de tentar agarrar uma jovem, filha de amigos próximos, durante um banho de março de janeiro deste ano, quando ele, a jovem e os pais dela estavam de férias em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina.
Após a divulgação do caso, uma ex-funcionária terceirizada do gabinete do ministro também relatou ter sido vítima de assédio sexual.
Além do PAD no STJ, Buzzi responde a um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa o caso na esfera criminal devido ao foro privilegiado do ministro.
Desde o início das acusações, a defesa de Marco Buzzi afirma que o magistrado nega qualquer conduta imprópria e que isso será comprovado ao longo das investigações.
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