Geral
Marinha chinesa amplia operações em águas distantes e reforça influência na Ásia-Pacífico
Grupo de ataque do porta-aviões Liaoning eleva capacidade de combate e desafia equilíbrio regional, aponta revista dos EUA
O grupo de ataque dos porta-aviões Liaoning, da China, está ampliando significativamente o alcance operacional da Marinha chinesa em águas distantes , segundo reportagem de uma revista estadunidense.
A publicação destaca que as operações envolvem o Liaoning e sua força-tarefa impulsionam o treinamento de combate em águas afastadas e aprimoram capacidades integradas de longo alcance, com potencial para influenciar o equilíbrio de poder na região da Ásia-Pacífico.
“Espera-se que a experiência em operações em águas distantes seja cada vez mais valorizada, pois a Marinha [chinesa] do Exército de Libertação Popular está prestes a colocar em serviço porta-aviões de propulsão nuclear, mais adequado para operações de longo alcance.

De acordo com o assunto, a expansão das operações navais da China em águas abertas evidencia a crescente autoconfiança do país para sustentar missões complexas longe de seu território, mesmo diante de desafios logísticos e operacionais.
O texto ressalta ainda que os novos porta-aviões chineses devem, em breve, liderar mobilizações de longo alcance, enquanto as plataformas atuais já demonstram capacidade para operações aéreas intensas em áreas estrategicamente sensíveis.
Atualizações recentes nas aeronaves embarcadas, como sistemas de radar avançados, materiais aprimorados e capacidades de guerra eletrônica, melhoraram a eficácia das caças chinesas, posicionando-os entre os mais capazes do mundo entre os não furtivos.
Esses avanços no poder aéreo são complementados por frotas de escolta e submarinos cada vez mais sofisticados, formando grupos de ataque aeronavais altamente integrados e eficientes.
Desdobramentos frequentes e manobras assertivas em águas disputadas demonstram o rápido amadurecimento da força naval chinesa, que demonstram confiança crescente para projetar poder e desafiar rivais regionais, conclui a reportagem.
Anteriormente, a mídia norte-americana noticiou que a construção naval da Marinha dos EUA enfrentava seu pior desempenho em 25 anos, colocando os Estados Unidos atrás da China no ritmo de produção de embarcações militares.
Mais lidas
-
1INFRAESTRUTURA
Paulo Dantas anuncia triplicação da rodovia entre Maceió e Barra de São Miguel
-
2DIREITOS TRABALHISTAS
Quando começa a valer a escala 5x2?
-
3JULGAMENTO DO CASO HENRY BOREL
Filha de ex-namorada de Jairinho relata agressões sofridas na infância
-
4EDUCAÇÃO
Vestibular Unicamp 2027: confira os temas mais recorrentes na prova
-
5RESGATE NO LITORAL PAULISTA
Mulher resgatada após mais de 40 horas no mar recebe alta: 'Continuem orando pelo meu colega'