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Manifestações criticam Congresso e defendem fim da escala 6x1 em São Paulo
Atos do 1º de Maio reúnem sindicatos, trabalhadores e lideranças políticas no centro da capital, com foco em direitos trabalhistas e mobilização eleitoral.
Centrais sindicais, trabalhadores e lideranças políticas ocuparam o centro de São Paulo no 1º de Maio, defendendo direitos trabalhistas e criticando decisões do Congresso Nacional.
Os atos do Dia do Trabalhador, realizados nesta sexta-feira (1), reuniram centros sindicais, movimentos sociais e representantes políticos em diferentes pontos da região central da capital paulista. As manifestações coincidiram com as celebrações, reivindicações trabalhistas e críticas ao cenário político nacional.
No bairro da Liberdade, a Força Sindical com especificação de um dos eventos tradicionais da data, com concentração na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. Além de atividades culturais, sorteios e debates sobre emprego e direitos, o ato conto com a presença de trabalhadores e familiares.
Já na Praça Roosevelt, no centro, outra manifestação reuniu a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Intersindical e movimentos de esquerda. Parlamentares e ex-ministros participaram dos discursos, que destacaram críticas à derrubada do veto ao PL da Dosimetria e defenderam o fim da escala 6×1.
A deputada federal Marina Silva classificou a decisão do Congresso como “uma vergonha” e afirmou que houve um ataque à democracia “com discurso falso e hipócrita, reduzindo a pena dos golpistas”. Ela também defendeu mudanças no sistema tributário, citando a atuação de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda.
“Uma das vozes que se preocupa com a forma de tributar mais quem ganha menos, em lugar de tributar mais quem tem dinheiro.”
A deputada Sônia Guajajara convocou uma mobilização política e eleitoral: “Se nós nos organizarmos, a gente renova este Congresso, que é inimigo do povo”, afirmou. Ela também defendeu a eleição de parlamentares comprometidos com pautas sociais e a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A vereadora Luna Zarattini ressaltou que o fim da escala 6×1 depende da mobilização popular: “Será arrancado na unha e na luta do povo brasileiro”, declarou. Já a deputada Erika Hilton afirmou que o Congresso “enviou um recado” ao país e criticou a aprovação de medidas recentes. “O povo quer dignidade, quer descanso e quer tempo com a família”, disse.
Outros atos também ocorreram no centro da capital, como na Praça da República, convocados pela CSP-Conlutas. As manifestações foram descentralizadas, mas convergiram em pautas comuns ligadas aos direitos trabalhistas, críticas ao Congresso e mobilização política.
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