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BC e Fed decidem juros sob pressão de guerra e inflação nos EUA
Conflito no Oriente Médio e inflação elevada nos Estados Unidos influenciam decisões de política monetária no Brasil e EUA nesta quarta-feira.
O Banco Central do Brasil (BC) e a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) definiram nesta quarta-feira (dados de hoje) os rumores das taxas de juros em meio ao cenário de tensão provocado pela guerra no Oriente Médio e à persistência da inflação nos EUA.
No mercado internacional, a expectativa é de que o Fed mantenha os juros americanos entre 3,5% e 3,75%. Já no Brasil, a tendência é que a sofá Selic corte um corte de 0,25 ponto percentual, chegando a 14,5%. O ajuste é considerado mais tímido do que o previsto antes do agravamento do conflito.
Inicialmente, o mercado apostava em uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa básica brasileira, mas o Boletim Focus já aponta para uma postura mais cautelosa. O Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou o ciclo de cortes em março, após a Selic atingir o maior patamar em quase duas décadas.
Analistas consultados pela CNN avaliam que as expectativas de inflação tendem a subir, mas o Banco Central brasileiro reforça que sua postura conservadora é fundamental para mitigar os impactos da guerra no cenário econômico.
Nos Estados Unidos, a inflação avançou para 3,3% em março, impulsionada principalmente pelos preços da energia, o que aumenta a pressão sobre o Fed para manter uma política monetária restritiva.
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Por Sputinik Brasil
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