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Petrobras registra lucro líquido de R$ 15,56 bilhões no quarto trimestre de 2025
Companhia reverte prejuízo do ano anterior e encerra 2025 com resultado acumulado de R$ 110,12 bilhões, impulsionada por aumento na produção e ganhos operacionais.
A Petrobras encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido de R$ 15,56 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 17,04 bilhões registrado no mesmo período de 2024, conforme divulgado o jornal O Globo.
Segundo a publicação, o estatal fechou 2025 com um lucro acumulado de R$ 110,12 bilhões, mais que o dobro do resultado obtido em 2024. Este desempenho positivo marca o sexto ano de lucro para a companhia.
"O ano de 2025 foi extraordinário em termos de produção. O aumento do volume de petróleo e gás nos permitidos compensa os efeitos da queda do Brent e alcança resultados financeiros robustos", destacou a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, citada pelo jornal.
A reportagem ressalta ainda que a empresa declarou capacidade de entregar mais resultados com menos recursos, por meio da otimização de projetos e da antecipação de operações que agregam valor tanto para os acionistas quanto para a sociedade brasileira.
No quarto trimestre de 2025, o balanço da Petrobras registrou efeitos não recorrentes de R$ 15,28 bilhões, valor 71% inferior aos R$ 52,64 bilhões do mesmo período do ano anterior.
O desempenho foi impulsionado principalmente por menores perdas com variação cambial, que recuaram de R$ 27,5 bilhões em 2024 para R$ 8 bilhões em 2025.
Além disso, a companhia obteve ganhos de R$ 934 milhões em “outros eventos exclusivos”, revertendo prejuízos de R$ 16,54 bilhões do ano anterior, graças a resultados positivos de R$ 3,1 bilhões com o descomissionamento de áreas.
Os investimentos totalizaram US$ 20,3 bilhões, representando uma alta de 22,2% em relação ao ano anterior.
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 12,51 bilhões no quarto trimestre, uma melhoria de 64,2% frente ao prejuízo de R$ 34,93 bilhões em 2024, mesmo com a redução da caixa para R$ 35,61 bilhões.
A dívida líquida em dólares atingiu US$ 60,59 bilhões (R$ 333,40 bilhões), elevando a alavancagem para 1,42 vez.
Por fim, as vendas de resultados no mercado interno somaram R$ 72,6 bilhões no trimestre, queda de 5,2%, enquanto as receitas externas cresceram 41,7%, totalizando R$ 41,9 bilhões.
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