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Alupar registra lucro líquido regulatório de R$ 340 milhões no 4º trimestre, alta de 51,1%
Companhia também reporta avanço em Ebitda e receita líquida, com destaque para desempenho regulatório em 2025.
A Alupar, uma das principais transmissoras de energia do país, registrou lucro líquido regulatório de R$ 340 milhões no quarto trimestre de 2025. O resultado representa um crescimento de 51,1% em relação ao mesmo período de 2024, quando a companhia apurou R$ 225 milhões. No acumulado do ano, o lucro líquido regulatório atingiu R$ 1,28 bilhão, alta anual de 19,3%.
O lucro líquido consolidado IFRS foi de R$ 431,5 milhões entre outubro e dezembro, o que corresponde a um aumento de 3,2% frente ao quarto trimestre do ano anterior. Apesar disso, o critério regulatório é geralmente mais utilizado por refletir de forma mais fiel o fluxo de caixa da empresa, já que o IFRS considera a valor presente todas as receitas futuras garantidas pelos contratos de concessão. Em 2025, o lucro líquido IFRS somou R$ 1,73 bilhão, queda de 6,8% em relação a 2024.
No mesmo trimestre, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) regulatório ficou em R$ 709,4 milhões, avanço de 8,5% na comparação anual. Já o Ebitda IFRS totalizou R$ 782,6 milhões, leve alta de 0,3% frente ao resultado do quarto trimestre de 2024.
Ao longo de 2025, o Ebitda regulatório somou R$ 2,82 bilhões, crescimento anual de 7,4%. O Ebitda IFRS, por sua vez, alcançou R$ 3,3 bilhões, representando expansão de 7,5% ante o ano anterior.
A receita líquida regulatória no quarto trimestre de 2025 totalizou R$ 932,3 milhões, aumento de 6,9% frente ao mesmo intervalo de 2024. Já a receita líquida IFRS foi de R$ 1,16 bilhão, alta de 3,6% na comparação anual.
No acumulado do ano, a receita líquida regulatória atingiu R$ 3,55 bilhões, crescimento de 8,2%. De janeiro a dezembro de 2025, a receita líquida IFRS chegou a R$ 4,4 bilhões, avanço de 9,9% sobre o ano anterior.
A alavancagem regulatória da Alupar, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, permaneceu em 3,3 vezes, mesmo patamar do trimestre anterior. No critério IFRS, a alavancagem foi mantida em 2,8 vezes.
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