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Mulheres que conquistaram autonomia priorizam homens provedores e bem-sucedidos para engatar relacionamento
Com carreira consolidada e autonomia financeira, elas adotam critérios mais rigorosos e priorizam homens com estabilidade, maturidade e visão de futuro
O avanço da independência feminina tem transformado a dinâmica dos relacionamentos. Cada vez mais bem-sucedidas em suas carreiras e com autonomia financeira, mulheres passaram a adotar critérios mais exigentes na escolha de parceiros, priorizando estabilidade financeira, maturidade emocional e objetivos de longo prazo.
Uma pesquisa realizada pelo site de relacionamento MeuPatrocínio mostra que, quanto maior o nível de realização profissional e renda, maior também tende a ser a seletividade na vida amorosa, com foco em compatibilidade de estilo de vida, ambição e planejamento de futuro.
O levantamento, que ouviu 1.500 mulheres, revelou que, quanto mais bem-sucedida a entrevistada, maior é a lista de pré-requisitos para um futuro parceiro. Entre as participantes, 83% afirmaram que não se relacionariam com homens com poder aquisitivo inferior ao delas, priorizando pretendentes no mesmo nível financeiro ou acima. “A maioria das sugar babies trabalham, são médicas, corretoras de imóveis, dentistas, estudam, são empreendedoras, mães solo. Elas têm um objetivo de vida claro e vontade de estar ao lado de alguém com a mesma mentalidade de crescimento”, afirma Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos do MeuPatrocínio.
Esse comportamento está ligado à busca por alinhamento de nível e propósito. Na prática, mulheres que já conquistaram independência não procuram alguém que as sustente, mas um parceiro que acompanhe, ou potencialize, o padrão de vida, os projetos e as experiências que já fazem parte da sua realidade. O movimento também pode ser observado entre figuras públicas, como a atriz Isis Valverde, consolidada profissionalmente e financeiramente, que se casou com o empresário bilionário Marcus Buaiz, herdeiro do Grupo Buaiz e sócio da agência de marketing esportivo e entretenimento 9ine.
A mesma lógica aparece na trajetória de Fiorella Mattheis, atriz, modelo e empresária, casada desde 2021 com o empresário Roberto Marinho Neto, herdeiro do Grupo Globo. Além da carreira artística, Fiorella também comanda sua própria empresa de moda circular. Já a empresária Mayra Cardi, que possui patrimônio milionário, já declarou em entrevistas que sempre buscou um parceiro com perfil provedor. “Eu queria um cara que chegasse junto, que pagasse as contas. Estava cansada de ser a provedora em todos os sentidos”, afirmou em entrevista ao jornalista Leo Dias. Segundo ela, hoje trabalha por prazer e não por necessidade, valorizando em seu relacionamento não apenas a segurança financeira, mas também o suporte emocional oferecido pelo marido.
A preferência por parceiros bem-sucedidos reforça que o diferencial deixou de ser a necessidade e passou a ser a parceria entre pessoas com trajetórias, ambições e níveis de realização compatíveis. Nesse contexto, cresce também o interesse por relacionamentos com homens que se encaixam no perfil de Sugar Daddy, parceiros experientes, financeiramente estáveis e com carreira consolidada, vistos como capazes de agregar não apenas conforto, mas também networking, mentoria, segurança e qualidade de vida.
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