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Atualizações do conflito no Oriente Médio: ofensivas, ataques e repercussões internacionais

Israel intensifica ações no Líbano, Hezbollah entra no conflito, Irã e EUA trocam ataques e Reino Unido autoriza bases para ofensiva.

02/03/2026
Atualizações do conflito no Oriente Médio: ofensivas, ataques e repercussões internacionais
Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial - Foto: Nano Banana (Google Imagen)

Confira as principais atualizações sobre o conflito no Oriente Médio:

Israel anunciou uma operação ofensiva contra o território do Líbano, realizando bombardeios sob a justificativa de atingir a liderança do movimento Hezbollah.

O Líbano confirmou o assassinato, por forças israelenses, do deputado Mohammad Raad, líder do grupo parlamentar do Hezbollah, que ocupa 15 dos 128 assentos no Parlamento e integra a coligação governista.

O Hezbollah declarou oficialmente sua entrada no conflito ao lado do Irã, lançando diversos drones e mísseis contra alvos em Israel.

Forças iranianas relataram uma nova série de ataques com mísseis e drones contra bases dos Estados Unidos no Bahrein, Kuwait e Emirados Árabes Unidos (EAU). Uma décima onda de ataques foi direcionada ao bairro governamental de Tel Aviv e instalações militares em Haifa, Israel.

Um caça F-15 dos EUA foi abatido no Kuwait, mas o piloto sobreviveu. Tanto o Irã quanto os Estados Unidos reivindicaram a autoria da destruição da aeronave. Posteriormente, os EUA confirmaram a perda de "várias aeronaves", sem registro de baixas entre os pilotos.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, autorizou oficialmente o uso de bases do Reino Unido para operações dos EUA contra o território iraniano.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os ataques destruíram centenas de alvos no Irã, incluindo nove embarcações da marinha iraniana.

O Irã relatou um grande número de vítimas civis, com o Ministério da Educação informando a perda de cerca de 170 alunos e professores.

A chancelaria iraniana apelou ao secretário-geral da ONU e ao Conselho de Segurança para que cumpram suas obrigações de manter a paz e a segurança internacionais, cobrando medidas para responsabilizar EUA e Israel pelo assassinato do líder supremo iraniano.

Por Sputnik Brasil