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Surfista de ondas gigantes Will Santana se une a voluntários e atua no apoio às vítimas da tragédia em Juiz de Fora (MG)
Após ter atuado nos resgates da tragédia que atingiu o Rio Grande do Sul, Will Santana chegou hoje a Juiz de Fora (MG) para reforçar as ações de apoio e as buscas nas áreas afetadas por deslizamentos que deixaram dezenas de mortos e desaparecidos
Em meio ao fevereiro mais chuvoso já registrado em Juiz de Fora (MG), com 584 mm acumulados, mais que o dobro da média histórica para o mês, a cidade enfrenta um cenário de destruição após as fortes chuvas de ontem (24), que provocaram deslizamentos, arrastaram casas e deixaram dezenas de mortos e desaparecidos na Zona da Mata mineira. Diante da situação de caos provocada pelo volume extremo de precipitações, o surfista de ondas gigantes Will Santana foi acionado devido a necessidade de pilotos experientes de jetski e embarcações e está no município para atuar diretamente no apoio às vítimas, integrando as ações emergenciais e o suporte às comunidades atingidas.
A situação de emergência mobilizou moradores, equipes de resgate e voluntários de todo o país, incluindo Will Santana, reconhecido por sua atuação em ondas gigantes e por sua presença em operações de alto risco no mar. Acompanhado pelo surfista Iankel Noronha e pelo paraquedista e resgatista Márcio Taz Lima, eles chegaram hoje (25) à cidade e já participam de ações.
Desde a chegada a Juiz de Fora, Will Santana e seus colegas têm se dedicado a atividades que incluem a retirada de lama e entulho de espaços públicos e privados, apoio logístico às famílias desalojadas e colaboração com equipes de resgate locais na busca por desaparecidos. A mobilização espontânea de atletas e resgatistas reflete uma resposta imediata e prática diante de um desastre que comoveu todo o país.
Will Santana relatou que a situação em Juiz de Fora é diferente do cenário enfrentado no Rio Grande do Sul, onde também atuou em operações de resgate. Em Juiz de Fora (MG), o resgate não está sendo feito com jetski; os esforços estão concentrados em meio à lama e aos escombros na busca por desaparecidos. ”Estamos seguindo as orientações das autoridades. Onde os bombeiros e a polícia conduzem e autorizam, nós vamos. Até o momento ajudamos muito na escavação, quebrando concreto e retirando lama para tentar achar duas crianças desaparecidas”, relata.
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