Curiosidades
Em live, Juliano Cazarré explica evento, fala em animosidade racial e rebate críticas de Fabio Porchat
Ator esclarece que "O farol e a forja" reunirá diversos palestrantes para debater temas variados
O ator Juliano Cazarré fez uma live nesta segunda-feira (27) para explicar o evento “O farol e a forja”, anunciado por ele na semana passada e alvo de críticas de colegas do meio artístico. Entre as vozes de repudio estão as atrizes Claudia Abreu, Marjorie Estiano, Elisa Lucinda e Julia Lemmertz, que apontaram contradições na proposta, especialmente diante do cenário de desigualdade de gênero e altos índices de violência contra mulheres.
Reação das mulheres:
De Luiza Possi a Marjorie Estiano, diversos artistas se manifestaram contra o evento.
Durante a transmissão, Cazarré relatou sentir "uma dor na barriga que vem e que volta" devido ao estresse causado pela repercussão negativa. O ator aproveitou a ocasião para rebater os críticos e defender seu posicionamento conservador. Ele também agradeceu ao que chamou de "bom humor de Deus", afirmando que as críticas aumentaram a curiosidade do público sobre "O farol e a forja".
"A galera disse que o meu evento era machista. Os progressistas, essa turma toda, as feministas estão o tempo todo reclamando de ausência paterna, estupro... Quando eu crio um evento pra gente ter homens melhores, homens fortes, porque quem bate em mulher não é homem forte, é fraco, eles ficam loucos e dão um xilique. Eles lucram com essa divisão. Dividiram o país em brancos contra negros, criam uma animosidade racial. Sempre existe racismo. Eles jogam homens contra mulheres, gays contra héteros. Sabe por quê? Porque quando chega na eleição eles dizem que o Brasil é o país que mais mata mulheres no mundo Só que eles nunca resolvem.
Leticia Cazarré:
Na live, Cazarré enviou diretamente os atores Paulo Betti e Fabio Porchat. Betti criticou publicamente o evento, enquanto Porchat publicou um vídeo ironizando "O farol e a forja".
"Muitas dessas pessoas que foram no meu perfil, me conheceram, trabalharam comigo. O Paulo Betti não tinha o que falar. Tem um debate meu com o Paulo Betti em que ele foi perdendo a linha porque ele nunca tinha debatido com uma pessoa tão preparada, em política e economia. E eu fui cordial com ele o tempo todo", afirmou Cazarré.
"Não é um curso, muito menos para ser homem. Se fosse, eu oferecia de graça para o Fabio Porchat, e outro para o Adnet. Mas não tem como ensinar ninguém a ser homem. É um evento, com vários palestrantes, para tratar de vários assuntos. Tô chamar gente que eu admiro porque eu quero ouvir essas caras", completou.
Cazarré também destacou que, segundo ele, famílias destruídas seriam consequência da falta de direcionamento dos homens.
"Eu sou homem. Eu sou pai de meninos e de meninas. Eu olho para o Brasil e o mundo e vejo uma crise silenciosa nos homens. A gente vê crianças crescendo sem pai, homens deprimidos, homens e mulheres viciados em pornografia e masturbação, trabalho compulsivo, o cara quer só ganhar dinheiro. A gente vê um monte de homem sem rumor, sem espiritualidade. A consequência disso tudo, o que que é? Famílias destruídas", concluiu.
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