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Sabrina Sato revela como TDAH afeta sua rotina no casamento com Nicolas Prattes

Apresentadora fala sobre diagnóstico, estratégias para manter a concentração e desafios enfrentados desde a infância em novo videocast

Agência O Globo - 14/10/2026
Sabrina Sato revela como TDAH afeta sua rotina no casamento com Nicolas Prattes
Sabrina Sato - Foto: Reprodução/internet

Sabrina Sato falou sobre os desafios de conviver com o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) em um novo videocast. No primeiro episódio da série "TDAH levado a sério", Sabrina também comentou sobre a vida conjugal e brincou ao relatar uma observação feita pelo psiquiatra, professor e pesquisador Paulo Matos sobre relacionamentos de pessoas com o transtorno. Recém-casada, ela contou que encontrou na comunicação com o marido uma estratégia para lidar com as dificuldades.

“Sabe o que eu fui aprendendo como estratégia também? DRs diárias, quase! Vou colocando para fora os meus sentimentos, pedindo ajuda. Ele está aguentando (risos) 'Ai, eu tenho dificuldade com isso, me ajuda!'. E a gente tem cinco cachorros ainda”, relatou.

Mãe de Zoe, Sabrina afirmou que passou a se cobrar ainda mais depois da chegada da filha. Para conseguir dar conta das atividades do dia a dia, criou uma rotina detalhada, que mantém fixada no espelho do banheiro.

“Com a maternidade, eu fiquei tão louca com tipo assim, de ter que ser a mãe perfeita pra Zoe, porque eu falei: ‘Ela merece uma mãe’, e eu me cobrava tanto desse jeito, que eu fui criando essa rotina”, contou.

Segundo a apresentadora, o planejamento inclui desde o horário em que acorda até os momentos dedicados à filha. A estratégia, de acordo com ela, ajudou a diminuir a dificuldade que tinha com a organização do tempo.

“Isso me ajudou muito! Me ajudou, as pessoas ficam até impressionadas que eu consigo acordar e já acordar, treinar, tomar banho, acordá-la... Fazer tudo, tudo que eu planejei pro meu dia eu consigo concluir com sucesso”, afirmou.

Na conversa, Sabrina relembrou como era vista na escola antes de receber o diagnóstico. Ela contou que era chamada de “bagunceira”, “inquieta” e “desligada”, e que chegou a se sentir diferente das outras crianças.

“Eu me sentia um ET. Eu me sentia um extraterrestre. [...] Parecia que ninguém me entendia”, relatou.