Alagoas

Sesau abre inscrições para IV Mostra de Experiências Exitosas em Hanseníase

Evento estadual incentiva troca de experiências e aprimoramento da assistência à hanseníase em Alagoas

13/01/2026
Sesau abre inscrições para IV Mostra de Experiências Exitosas em Hanseníase
Evento busca compartilhar experiências de sucesso no combate à hanseníase em Alagoas. - Foto: Carla Cleto / Ascom Sesau

Ruana Padilha / Ascom Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), por meio da Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (SEVISA) e do Programa Estadual de Vigilância e Controle da Hanseníase, está com inscrições abertas até o dia 19 de janeiro para a IV Mostra de Experiências Exitosas em Hanseníase. O evento será realizado em 3 de fevereiro, no auditório da Escola de Governo de Alagoas (EGAL), localizada no bairro Centro, em Maceió.

A mostra é voltada para profissionais e gestores dos serviços de saúde, membros de organizações da sociedade civil e acadêmicos de áreas afins dos 102 municípios alagoanos.

As inscrições podem ser feitas pelo link: https://docs.google.com/forms/d/1E8Ktxb5Z_8B9q0xr5wcpRkmApWTo96491NTf1kNqt2s/viewform?edit_requested=true

A assessora da Área Técnica da Hanseníase, enfermeira Fernanda Vieira, ressalta que a Mostra de Experiências Exitosas contribui para a troca de conhecimentos e para o aprimoramento da assistência à hanseníase no Estado.

“A exposição permite uma reflexão coletiva sobre os avanços e a integração na assistência à hanseníase em Alagoas, estimulando o desenvolvimento de ações efetivas para a Atenção à Saúde em Hanseníase no cotidiano dos serviços”, destaca Fernanda.

Ela também enfatiza a importância da conscientização sobre a hanseníase e do diagnóstico precoce para evitar sequelas graves e óbitos.

“Ao fortalecer o diagnóstico precoce, interrompe-se a transmissão e evitam-se sequelas físicas permanentes, possibilitando o início do tratamento adequado. Isso garante que o paciente receba todo o suporte necessário para a cura sem abandono do tratamento. Ao focar na vigilância do óbito, corrigem-se falhas no sistema para que ninguém morra por complicações de uma doença que tem cura e tratamento gratuito”, conclui a enfermeira.