terça-feira, 30 de novembro de 2021

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Cirurgia de ressecção de tumor cerebral ocorre pela 1ª vez na Rede Hospitalar Pública do Estado

Por Assessoria

Primeira cirurgia de ressecção cerebral da Rede Hospitalar Pública do Estado ocorreu no HMA. Foto: Catarina Magalhães

Pela primeira vez uma cirurgia de ressecção de tumor cerebral ocorreu na Rede Hospitalar Pública do Estado. O primeiro procedimento ocorreu no dia 17 deste mês, no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, e o paciente se recupera bem.

Com isso, a partir de agora, a cirurgia passa a ser realizada de forma eletiva, com o objetivo de zerar a fila de espera entre pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O procedimento cirúrgico, considerado de Alta Complexidade, acontecia apenas em hospitais particulares.

De acordo com o neurocirurgião, João Paulo Matta, a cirurgia de ressecção cerebral consiste em remover a maior parte do tumor possível, sem ferir o tecido cerebral importante para a função neurológica do paciente. Ela é necessária para devolver as funcionalidades dos pacientes.

“A cirurgia de ressecção cerebral se fez necessária para, além de retirar o tumor, devolver aos pacientes o melhor estado funcional. Isso propicia que eles recuperem sua vida prévia, ou seja, a vida ativa de antes do surgimento do problema”, explicou João Paulo Matta.

Pioneirismo – Para o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, após a redução dos casos de Covid-19, foi possível realizar a virada de chave do Hospital Metropolitano e implantar serviços pioneiros, que só existiam na Rede Hospitalar Privada. “Com isso, ganha o povo de Alagoas, que passa a contar com procedimentos de Alta Complexidade na Rede Hospitalar Pública, que tem se modernizado com a abertura de novos hospitais”, salientou o gestor.

O secretário executivo de Ações de Saúde e diretor do HMA, Marcos Ramalho, destacou que a unidade vem promovendo ações de assistência que têm feito a diferença na vida dos alagoanos. “É uma imensa satisfação ver o Hospital Metropolitano realizando procedimentos que antes só eram acessíveis em hospitais da Rede Hospitalar Privada”, destacou.

Ainda de acordo com Marcos Ramalho, graças ao aparato tecnológico de última geração e dos profissionais altamente qualificados, a Rede Hospitalar Pública tem uma unidade que leva um atendimento completo e de qualidade a todos alagoanos, ofertados pelo SUS. “Estamos colocando em prática a saúde com eficiência que nossa gente precisa e merece”, enfatizou.

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