quinta-feira, 04 de Março de 2021

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Economia Neoclássica

Por Laurentino Veiga

Há vinte e quatro anos fui recipendiário o valoroso livro Economia Neoclássica – Em Exercícios – do eminente professor emérito da Ufal João Barroso Filho, funcionário aposentado do Banco do Brasil, ex-integrante do Departamento de Economia que à época, formou várias gerações de economistas de Alagoas.

          Homem estudioso, titular da disciplina Econometria, destacou-se com a maestria que lhe é peculiar. E, por isso, soube desempenhar suas relevantes funções a serviço da comunidade universitária. Aliás, dedicou-se de corpo e alma ao ensino universitário com desempenho satisfatório. Faz jus ao reconhecimento por tudo que realizou em prol do alunado.

          A obra, por sua vez, prefaciada pelo doutor em Economia – Edmilson  Correia Veras, titular do mesmo departamento de diversas disciplinas. E, sendo assim, reproduzo o que escrevera sobre o compêndio econômico. “O livro  do Professor João Barroso Filho inova vez que cria questões ligadas a essência da teoria econômica marginalista tratadas pelos expoentes das diferentes  correntes do pensamento como: Hermann Heinrich Grossen (1810-1858), Carl Menger  (1840-1921), Friedrich von Wieser (1851-1926), William Stanley Jevons (1835 -1882), Antoine Augustin Cournout (1801-1877), Wilhelm Georg Friedrich Roscher ( 1817-1894), Bruno Hildebrand (1812-1878), Karl Gustav Knies ( 1821-1898), Alfred Marshall (1842- 1924),  dentre outros”.

          Começa com a Introdução, O porquê do Texto, A Economia Neoclássica no Processo de Evolução do Pensamento Econômico, Filósofos, Escolásticos, Mercantilistas e Fisiocratas, Economia Clássica, Economia Neoclássica, Economia Socialista. Na primeira parte, vê-se exercícios resolvidos a fim de auxiliar o consulente nas diversas Escolas.

       “ Por outro lado, os mercantilistas defendiam que a riqueza é para o homem o valor supremo, por isso, preocupavam-se em analisar as condições de seu desenvolvimento.   Enquanto isso, os fisiocratas surgiram na França defendendo um sistema econômico, cujas consequências iriam trazer profunda reforma social. Com o advento da Revolução Industrial, no século XVIII, o Pensamento Econômico foi enriquecido com as Teorias que se emanaram de uma plêiade de pensadores, as quais criaram um conjunto de ideias que passou a se chamar de Economia Clássica.”

          Um livro eminentemente versado nas diversas Escolas Econômicas. Felicito o mestre João Barroso pela iniciativa de inovar o ensino da ciência da escassez.

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