terça-feira, 11 de agosto de 2020

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Deputada Rosinha da Adefal comemora a aprovação da PEC da Vaquejada

Por Redação com Assessoria Rosinha da Adefal

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O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 304/17, do Senado, que permite a prática da vaquejada sem atos cruéis aos animais no Brasil.

A PEC foi aprovada por 366 votos a 50 e precisa passar por um segundo turno de votação na Câmara.

A deputada federal Rosinha da Adefal (AVANTE/AL) defendeu a aprovação da PEC em evento promovido pelas Associações Brasileiras de Vaquejada e de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABVAQ e ABQM). “A Vaquejada é muito importante para a cultura e economia nordestina e alagoana, e por isso, é tão importante que trabalhemos para proteger esse patrimônio”, afirmou a parlamentar.

Segundo Rosinha da Adefal, a aprovação à PEC é o ideal, uma vez que a proposta promove a proteção tanto da tradição do esporte equestre do Brasil, quanto dos animais que participam desse tipo de esporte. “O objetivo da PEC é permitir a utilização de animais em práticas desportivas, desde que garantido o bem-estar animal, impedindo assim a crueldade”, explicou.

Segundo informações da ABVAQ, atualmente o Brasil conta com mais de 5 milhões de tropas de equinos, o que faz gerar mais de R$ 3 milhões de empregos diretos e indiretos, com uma movimentação total de R$ 8 bilhões de reais ao ano. Somente a Vaquejada gera mais de 700 mil empregos e movimenta R$ 600 milhões de reais.

Para o relator da PEC na comissão especial, deputado Paulo Azi (DEM-BA), se a vaquejada fosse banida, além da cultura de um povo, teria prejuízo injustificável para toda uma cadeia produtiva, condenando cidades e microrregiões ao vazio da noite para o dia. “Cada prova de vaquejada mobiliza cerca de 270 profissionais, incluídos veterinários, juízes, inspetores, locutores”, afirmou Paulo Azi.
“Precisamos proteger esse patrimônio cultural, essa economia, esses empregos e garantir proteção, bem-estar e respeito aos animais”, defendeu Rosinha da Adefal.

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