Vida Esportiva
Conheça o trio de zaga de Marrocos que freou Haaland e desafia o Brasil na estreia
Aguerd, Chadi Riad e Issa Diop lideram a defesa marroquina, que chega ao Mundial embalada por números sólidos
A principal preocupação do ataque brasileiro na estreia da Copa do Mundo atende por três nomes: Nayef Aguerd, Chadi Riad e Issa Diop. O trio forma a espinha dorsal da defesa de Marrocos, setor que se consolidou como a maior força da seleção africana nos últimos anos e chega ao torneio respaldado por números expressivos.
Nas Eliminatórias, a equipe sofreu apenas dois gols em seis partidas. Na reta final de preparação, voltou a mostrar consistência ao limitar as ações de Erling Haaland durante boa parte do empate por 1 a 1 com a Noruega, no último domingo.
Abertura
A solidez defensiva não é novidade para os marroquinos. Foi justamente a organização sem a bola que sustentou a campanha histórica que levou o país às semifinais da Copa do Catar, em 2022, resultado inédito para uma seleção africana. Quatro anos depois, a defesa segue como a principal marca registrada da equipe comandada por Mohamed Ouahbi.
Aguerd
Entre os três defensores, Aguerd é o rosto mais conhecido. Titular na campanha histórica de 2022, o zagueiro se transformou em uma das lideranças do elenco. Aos 30 anos, é quem orienta o posicionamento da linha defensiva e costuma assumir responsabilidades nos jogos de maior peso.
Sua experiência internacional faz dele uma das peças mais importantes da seleção. Mesmo após conviver recentemente com problemas físicos, o defensor permaneceu nos planos da comissão técnica para o Mundial.
Chadi Riad
Aos 22 anos, Chadi Riad representa a renovação da defesa marroquina. Revelado pelo Barcelona, o zagueiro ganhou espaço por reunir atributos cada vez mais valorizados no futebol moderno: velocidade, imposição física e capacidade de atuar em campo aberto.
O defensor vem acumulando minutos importantes na Europa e é visto, dentro da seleção, como um dos nomes com potencial para assumir protagonismo nos próximos ciclos. Contra a Noruega, participou do trabalho de marcação que dificultou as ações ofensivas de Haaland.
Issa Diop
O mais físico do trio é Issa Diop. Com longa trajetória no futebol inglês, o zagueiro construiu a carreira em uma das ligas mais exigentes do mundo e levou essa característica para a seleção marroquina.
Forte nas disputas pelo alto e nos duelos individuais, ele completa uma defesa que mistura juventude e experiência. Sua presença também aumenta o poder da equipe nas bolas paradas, fundamento frequentemente explorado por Marrocos em partidas equilibradas.
A defesa, porém, está longe de ser a única virtude do rival brasileiro. Com Brahim Díaz como principal referência técnica e Hakimi como arma constante pelo lado direito, a seleção africana também mostrou capacidade ofensiva ao longo da preparação para o Mundial.
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