Vida e Saúde
'Costura abdominal': entenda a cirurgia de abdômen feita por Kelly Key na pós gestação
Aos 43 anos, a cantora chama atenção nas redes sociais pelo corpo malhado e trincado
Aos 43 anos, a cantora Kelly Key chama atenção nas redes sociais pelo corpo malhado e trincado. Apesar de seguir uma alimentação equilibrada e praticar atividade física, a artista revelou que por trás de toda o esforço há também um empurrãozinho de intervenção estética.
“Já fiz a costura da musculatura do abdômen após a minha segunda gestação. Não tenho nenhum problema em falar sobre os procedimentos estéticos que fiz e faço. Acho inclusive importante falar, porque seria injusto atribuir exclusivamente à alimentação e ao treino um resultado que também tenha tido alguma intervenção estética", revelou.
Ela é mãe de Suzanna Freitas, de 27 anos, do relacionamento com o cantor Latino; Jaime Vitor, de 21, e Artur, de 9, do casamento com o empresário Mico Freitas.
A ‘costura abdominal', à qual Kelly se submeteu, é chamada no meio médico de plicatura da musculatura abdominal uma técnica cirúrgica usada para corrigir o afastamento dos músculos do abdômen, conhecido como diástase abdominal. Geralmente, ocorre em mulheres que deram à luz e são diagnosticadas com esse problema.
Os principais objetivos da intervenção é melhorar a sustentação dos órgãos internos e a postura corporal, reduzir o volume e o abaulamento da barriga, deixando a cintura mais firme e corrigir o afastamento provocado por gestações sucessivas ou grandes variações de peso.
Segundo especialistas, nem todas as diáteses precisam ser corrigidas. As menores, de 3 a 4 centímetros, por exemplo, podem ser tratadas e melhoradas com atividade física e fisioterapia, mas depende de cada caso e da escolha da mulher. A cirurgia é indicada quando o afastamento dos músculos é superior a 4 a 5 centímetros.
Médicos também recomendam não fazer a cirurgia logo depois do parto do bebê, mas após o período de amamentação, quando a mulher volta à sua vida normal, até pelo cuidado com o pós cirúrgico em que ela não pode levantar peso, agachar, ou fazer outras coisas que faria caso tivesse um recém-nascido.
Segundo médicos, a paciente ainda precisa usar uma cinta modeladora para diminuir o inchaço e para contrair a parede abdominal de 15 a 20 dias. Também é preciso cuidado também com constipações intestinais e evitar fazer força na evacuação, pois pode ocasionar ruptura dos pontos. A volta da atividade física deve acontecer após dois ou três meses.
Como é feita?
O cirurgião aproxima e costura a fáscia (tecido que reveste a musculatura) na linha média do abdômen. O procedimento funciona como uma "cinta interna" que aperta e reforça a parede abdominal. Normalmente, é realizada durante cirurgias de abdominoplastia ou miniabdominoplastia.
Ainda segundo especialistas, ela realmente deixa o abdome mais firme, aumenta a contenção e melhora a postura, porém, não é milagrosa, ou seja, ela não transforma músculo fraco em músculo forte, o fortalecimento posterior depende de exercício físico.
Mais lidas
-
1MOBILIDADE
Prefeitura inicia obras de R$ 46,9 milhões para ampliar ponte e criar terceira faixa na Ayrton Senna, na Barra da Tijuca
-
2ESTADO DE SAÚDE
Chiara Ferragni passa mal por causa de altitude durante viagem ao Peru
-
3ESPORTE
Palmeiras domina ranking de vendas mais caras do Brasil com cinco entre as 12 maiores
-
4DEFESA
Chefe da Marinha britânica reconhece o poderio da frota submarina da Rússia
-
5CONCURSO
RJ terá concurso para Secretaria de Planejamento e Gestão com 60 vagas de nível superior