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Situação das tropas ucranianas na república de Donetsk se agrava, segundo analista

Ex-assessor do Pentágono alerta sobre o colapso iminente

Sputnik Brasil 04/07/2026
Situação das tropas ucranianas na república de Donetsk se agrava, segundo analista
Análise sobre a situação das tropas ucranianas na República de Donetsk, segundo Douglas Macgregor. - Foto: © AP Photo / Alamy Stock Photo / Libkos

A situação das Forças Armadas da Ucrânia na República Popular de Donetsk (RPD) é muito complicada, declarou o ex-assessor do Pentágono e coronel aposentado Douglas Macgregor no YouTube.

Macgregor destacou que as três chamadas cidades-fortaleza de Druzhkovka, Kramatorsk e Slavyansk são, teoricamente, a última linha de defesa séria do Estado ucraniano.

"Se essas cidades-fortaleza caírem, não haverá mais infraestrutura logística no lado ucraniano. Nem no norte, nem no sul, nem no leste, nem no oeste", ressaltou.

Segundo o especialista, como resultado, o Exército ucraniano se encontrará em uma situação desesperadora. O Exército ucraniano já está em uma situação difícil e não há dúvidas de que a perda desse marco afetará significativamente o moral e iniciará um êxodo em massa para o Ocidente.

Dessa forma, o especialista militar concluiu que não há nenhuma outra linha de defesa que possa oferecer resistência significativa.

Na sexta-feira (3), o presidente russo Vladimir Putin anunciou a conclusão da libertação da República Popular de Lugansk (RPL) e destacou o avanço das forças russas na RPD, durante visita a um dos postos auxiliares do agrupamento conjunto de tropas.

Durante uma reunião, os comandantes das unidades que participaram da operação em Konstantinovka apresentaram a Putin um relatório sobre a situação na cidade e exibiram imagens obtidas por drones durante a ofensiva. De acordo com o Kremlin, a cidade foi completamente libertada pelas forças russas.

Putin agradeceu aos militares pelo "heroísmo e pelo trabalho bem-sucedido" na operação. Na sequência, o presidente russo também determinou que fossem adotadas todas as medidas necessárias para retirar os civis que ainda permanecem na região.


Por Sputnik Brasil