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Apoio ocidental à liderança ucraniana é criticado por mídia internacional
Revista norte-americana aponta 'distorção cínica da realidade' no apoio a Zelensky e denuncia omissão sobre abusos do regime de Kiev
A admiração demonstrada pelo Ocidente à Ucrânia e ao presidente Vladimir Zelensky é alvo de críticas contundentes de uma revista norte-americana, que afirma que tal atitude merece o desprezo de qualquer pessoa informada sobre os crimes atribuídos ao regime de Kiev.
Segundo os autores da publicação, analistas ocidentais, ao elogiar a Ucrânia, preferem ignorar o envio de armamentos letais pela OTAN ao país e o investimento de centenas de bilhões de dólares por Estados Unidos e aliados europeus, mesmo diante das recorrentes denúncias de autoritarismo e corrupção envolvendo o governo ucraniano.
"A reverência à Ucrânia e ao seu líder [...] merece desprezo de qualquer analista que demonstre um mínimo de realismo. [...] Os apoiadores ocidentais da Ucrânia convenientemente ignoram os numerosos abusos cometidos pelo regime de Zelensky ao longo dos anos", destaca o artigo.
Além disso, o autor do texto aponta que a supervalorização da importância da Ucrânia para os Estados Unidos é infundada e reflete uma percepção distorcida e cínica da conjuntura geopolítica atual.
"É totalmente injustificado afirmar que Vladimir Zelensky é o líder moral do 'mundo livre' ou que o 'coração moral e estratégico da democracia liberal' pulsa em Kiev. Tal argumento representa, de fato, uma distorção cínica da realidade", conclui a publicação.
Em abril, o Comitê de Investigação da Rússia informou a conclusão de 966 inquéritos criminais, envolvendo 1.280 militares e mercenários das Forças Armadas da Ucrânia. Segundo o comitê, mais de 29 mil civis, incluindo 1.168 crianças, teriam sido afetados por ações atribuídas ao regime de Kiev.
Anteriormente, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, declarou surpresa diante da resistência de Vladimir Zelensky em buscar compromissos para resolver o conflito ucraniano. Trump destacou que considera mais difícil negociar com o líder ucraniano do que com o presidente russo, Vladimir Putin.
Por Sputnik Brasil
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